O escritor e poeta brasileiro Tito Leite publicou no dia 7 de julho de 2026, pelo selo Zahar, a obra "A Casa dos Malditos: Memórias de um ex-monge beneditino". O livro apresenta um relato autobiográfico sobre a vida monástica, a dependência do álcool, a sexualidade e a procura de sentido através da fé. A narrativa expõe os conflitos entre a disciplina religiosa e as escolhas pessoais, revelando o período em que o autor viveu dividido entre as regras do mosteiro e o desejo de experimentar a vida fora do claustro.
Ao longo das memórias, Tito Leite descreve as saídas nocturnas em Olinda, os regressos ao mosteiro depois de saltar o muro e a quebra do voto de castidade como partes de um percurso marcado pela tensão entre a vida religiosa e a vida mundana. Esta sucessão de episódios conduziu o abade a propor o internamento do escritor numa clínica destinada a religiosos que enfrentavam problemas relacionados com o cumprimento das normas e dos votos assumidos. O espaço, designado pelo autor como "Casa dos Malditos", torna-se o centro de uma narrativa sobre sofrimento, culpa, controlo institucional e a possibilidade de reconstrução pessoal.
O livro também coloca em confronto a experiência individual do autor e personagens reais e ficcionais que viveram dilemas entre espiritualidade, desejo e liberdade. Entre as referências encontram-se Santo Agostinho, o Padre Amaro, personagem de Eça de Queirós, e Thomas Merton, monge trapista e escritor norte-americano. O escritor Itamar Vieira Junior considerou que a obra apresenta um retrato pessoal da fé e aproxima o percurso de Tito Leite de figuras que enfrentaram conflitos semelhantes.
Natural de Aurora, no estado brasileiro do Ceará, onde nasceu em 1980, Tito Leite é mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, poeta e romancista. Publicou, entre outros títulos, os livros de poesia "Digitais do caos" e "Aurora de cedro", além do romance "Dilúvio das almas". "A Casa dos Malditos" tem 168 páginas.
O escritor e poeta brasileiro Tito Leite revisita a experiência de internamento numa clínica terapêutica destinada a religiosos em “A Casa dos Malditos: Memórias de um ex-monge beneditino”. Publicada pelo selo Zahar, a obra chegou às livrarias dia 7 de julho de 2026 e apresenta um “relato sobre a vida monástica, a dependência do álcool, a sexualidade e a procura de sentido através da fé”.
Ao longo das memórias, o autor recupera o período em que viveu dividido entre as regras do mosteiro e o desejo de experimentar a vida fora do claustro. As saídas nocturnas em Olinda, os regressos ao mosteiro depois de saltar o muro e a quebra do voto de castidade surgem como partes de um percurso marcado pelo conflito entre a disciplina religiosa e as escolhas pessoais.
“Buscava verdadeiramente Deus, mas perdeu-se pelo caminho”, reconheceu o escritor.

A sucessão de episódios conduz à decisão do abade de propor o internamento de Tito Leite numa clínica para religiosos que enfrentavam problemas relacionados com o cumprimento das normas e dos votos assumidos. O espaço, designado pelo autor como “Casa dos Malditos”, torna-se o centro de uma narrativa sobre sofrimento, culpa, controlo institucional e a possibilidade de reconstrução pessoal.
O livro também coloca em confronto a experiência individual do autor e personagens reais e ficcionais que viveram dilemas entre espiritualidade, desejo e liberdade. Entre as referências encontram-se Santo Agostinho, o Padre Amaro, personagem de Eça de Queirós, e Thomas Merton, monge trapista e escritor norte-americano.
O escritor Itamar Vieira Junior considera que a obra apresenta um retrato pessoal da fé e aproxima o percurso de Tito Leite de figuras que enfrentaram conflitos semelhantes. Para o autor de “Torto Arado”, as memórias revelam a vida que continua a manifestar-se por baixo do hábito religioso, mesmo quando submetida às regras do mosteiro.
Natural de Aurora, no estado brasileiro do Ceará, onde nasceu em 1980, Tito Leite é mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, poeta e romancista. Publicou, entre outros títulos, os livros de poesia “Digitais do caos” e “Aurora de cedro”, além do romance “Dilúvio das almas”.
“A Casa dos Malditos” tem 168 páginas e pode ser comprado em Portugal pelo seguinte link: https://www.travessa.pt/Artigo/Detalhe/a-casa-dos-malditos-memorias-de-um-ex-monge-beneditino/artigo/45EBDEE9-6BD0-4842-9314-ED6561FC154C?srsltid=AfmBOopT6Ip_7hLEw_9J9q8JurAmAFiOGVwKqXZozyFHXZJpkPruZ6wH
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