A realidade do treino longe de Portugal deixou de ser vista como um castigo para os treinadores portugueses. Três casos recentes ilustram esta mudança: Filipe Coelho no Craiova (Roménia), Manuel Tulipa no Ararat Armenia e Vitor Campelos no NK Celje (Eslovénia).
O artigo destaca que a fase de liga europeia alterou significativamente o valor da exportação de treinadores portugueses. O que antes poderia ser considerado um exílio desportivo tornou-se agora uma oportunidade de prestígio.
Os três treinadores mencionados trabalham atualmente em clubes que participam em ligas europeias, o que confere maior visibilidade e relevância às suas carreiras internacionais. Esta tendência reflete uma mudança de mentalidade no futebol português.
A transformação na perceção do trabalho dos treinadores portugueses no estrangeiro está relacionada com a valorização das competições europeias, que oferecem exposição internacional e reconhecimento profissional aos profissionais que optam por estas aventuras fora de Portugal.




