Orquestra do Alentejo ganha força: “uma oportunidade que a região tem mesmo de aproveitar”- Henrique Sim-SimFoto de Nikolaeva Nastia no Pexels
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Orquestra do Alentejo ganha força: “uma oportunidade que a região tem mesmo de aproveitar”- Henrique Sim-Sim

Rádio Campanário28 de agosto de 2026 às 17:22

A criação da futura Orquestra Regional do Alentejo entrou numa nova fase após a conclusão de três sessões de esclarecimento promovidas pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo), em parceria com a Direção-Geral das Artes (DGARTES) e as Comunidades Intermunicipais do território. Os encontros decorreram em Grândola, Beja e Portalegre, tendo como objetivo apresentar o Aviso de Financiamento para a criação da estrutura artística e recolher contributos dos diferentes agentes culturais das várias regiões do Alentejo.

Henrique Sim-Sim, Vice-Presidente da CCDR Alentejo com o pelouro da Cultura, fez um balanço positivo das sessões, afirmando que saiu desta iniciativa com um sentimento de "missão cumprida e trabalho realizado". O responsável revelou que existe a expectativa de que "no próximo ano possa já existir a apresentação da Orquestra Regional do Alentejo", salientando que a concretização depende do envolvimento conjunto das várias entidades e agentes da região.

A CCDR Alentejo pretende que a futura orquestra tenha uma identidade verdadeiramente regional, tendo as sessões descentralizadas o propósito de garantir a participação de municípios, estruturas culturais, filarmónicas e outros agentes na construção do projeto. Henrique Sim-Sim destacou o interesse demonstrado por várias filarmónicas e considerou que esta participação é essencial para que a orquestra represente efetivamente o conjunto do território alentejano.

O projeto conta com um investimento significativo do Ministério da Cultura, com 810 mil euros de financiamento previstos para este ano, valor que poderá aumentar para um milhão de euros. Henrique Sim-Sim considerou que a Orquestra Regional poderá funcionar como "motor do desenvolvimento cultural da região" e como alavanca para outros setores através do impacto económico que poderá gerar. "Esta é uma oportunidade que a região tem mesmo que aproveitar", concluiu, reiterando o convite à participação de municípios e agentes culturais num projeto que pretende ser "de e para todos".

A criação da futura Orquestra Regional do Alentejo entra numa nova fase depois da conclusão de um ciclo de três sessões de esclarecimento promovidas pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR Alentejo), em parceria com a Direção-Geral das Artes (DGARTES) e as Comunidades Intermunicipais (CIM) do território.

Os encontros decorreram em Grândola, Beja e Portalegre e tiveram como objetivo apresentar o Aviso de Financiamento destinado à criação da futura estrutura artística, mas também recolher contributos e envolver os diferentes agentes culturais das várias regiões do Alentejo.

O balanço da iniciativa é positivo para Henrique Sim-Sim, Vice-Presidente da CCDR Alentejo com o pelouro da Cultura. Em declarações à Rádio Campanário, o responsável afirmou que as sessões decorreram de forma muito positiva, deixando “esperança no futuro” relativamente à concretização da Orquestra Regional do Alentejo.

Henrique Sim-Sim revelou ainda uma expectativa concreta relativamente ao calendário do projeto, admitindo que “no próximo ano possa já existir a apresentação da Orquestra Regional do Alentejo.” Para o responsável, a concretização desta estrutura depende do envolvimento conjunto das várias entidades e agentes da região. “Há um grande esforço de todos os intervenientes para que o projeto prospere”, afirmou.

Depois da realização das três sessões descentralizadas, Henrique Sim-Sim considera que fica cumprida uma etapa importante do processo, sublinhando que sai desta iniciativa com um sentimento de “missão cumprida e trabalho realizado”.

A CCDR Alentejo pretende que a futura Orquestra Regional tenha uma identidade verdadeiramente regional. A realização das sessões em diferentes sub-regiões pretendeu precisamente garantir que municípios, estruturas culturais, filarmónicas e outros agentes pudessem participar na construção do projeto. Henrique Sim-Sim destacou o interesse demonstrado pelos municípios, agentes culturais e por várias filarmónicas, considerando que esta participação é essencial para que a futura orquestra represente efetivamente o conjunto do território alentejano.

Além da dimensão artística, o Vice-Presidente da CCDR Alentejo considera que uma Orquestra Regional poderá assumir um papel mais abrangente no desenvolvimento da região, funcionando como “motor do desenvolvimento cultural da região”, mas também como uma alavanca para outros setores, nomeadamente através do impacto que poderá gerar na economia dos territórios.

O projeto conta com um investimento significativo do Ministério da Cultura. Segundo Henrique Sim-Sim, estão previstos 810 mil euros de financiamento este ano, valor que poderá aumentar para um milhão de euros.Perante este enquadramento, o responsável deixa um apelo aos diferentes intervenientes regionais para que participem no processo e aproveitem a oportunidade criada para o Alentejo.

“Esta é uma oportunidade que a região tem mesmo que aproveitar”, conclui Henrique Sim-Sim, reiterando o convite à participação dos municípios e dos agentes culturais na construção de um projeto que pretende ser “de e para todos”.

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