Pentágono avalia apoio dos aliados da NATO antes de cortar tropas na EuropaFoto de Leandro Verolli no Pexels
Mundo

Pentágono avalia apoio dos aliados da NATO antes de cortar tropas na Europa

Eco28 de agosto de 2026 às 17:18

Os Estados Unidos voltaram a pressionar os aliados europeus sobre os gastos em Defesa e o acesso às suas bases militares, no âmbito da revisão da presença militar norte-americana na Europa que poderá determinar a dimensão futura das tropas e capacidades dos Estados Unidos no continente. O vice-secretário do Pentágono, Elbridge Colby, reuniu-se com os 32 embaixadores da NATO para testar o apoio dos aliados às prioridades de Defesa norte-americanas, numa nova etapa do processo denominado "NATO 3.0", que visa reduzir o peso dos EUA na defesa convencional da Europa e acelerar a transferência de responsabilidades para os aliados europeus.

A revisão, que deverá prolongar-se durante seis meses, foi anunciada em junho pelo secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, durante uma reunião ministerial da NATO. O processo avaliará o número de militares norte-americanos destacados no continente europeu e os meios militares disponibilizados pelos Estados Unidos à Aliança Atlântica, como caças, navios de guerra ou bombardeiros. Colby afirmou que "precisamos de ter capacidade para operar eficazmente; precisamos de previsibilidade".

A avaliação surge depois de vários países da NATO, incluindo França, Itália e Espanha, terem limitado o acesso ao seu espaço aéreo e bases norte-americanas relacionadas com a guerra entre os EUA e Israel e o Irão. O Pentágono enviou este mês aos aliados um documento com "termos de referência" e, anteriormente, distribuiu um questionário sobre temas que vão dos gastos militares à política externa norte-americana.


Os Estados Unidos voltaram a pressionar os aliados europeus sobre os gastos em Defesa e o acesso às suas bases militares no âmbito da revisão da presença militar norte-americana na Europa, que poderá determinar a dimensão futura das tropas e capacidades dos Estados Unidos no continente, e que pretende acelerar a transferência de responsabilidades para os aliados europeus.

Durante uma reunião com os 32 embaixadores da NATO, o vice-secretário do Pentágono, Elbridge Colby, procurou testar o apoio dos aliados às prioridades de Defesa norte-americanas, numa nova etapa do processo lançado por Washington para reduzir o peso dos EUA na defesa convencional da Europa, denominada ‘NATO 3.0‘.

Pentágono inicia revisão da presença militar na Europa

Ler Mais

A revisão “incentivará, viabilizará e impulsionará uma transição para uma defesa convencional mais duradoura e poderosa do continente, liderada pela Europa”, assinalou Colby, citado pelo Politico.

A revisão, que deverá prolongar-se durante seis meses, foi anunciada em junho pelo secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, durante uma reunião ministerial da NATO.

O processo deverá avaliar o número de militares norte-americanos destacados no continente e os meios militares disponibilizados pelos Estados Unidos à Aliança Atlântica, como caças, navios de guerra ou bombardeiros. “Precisamos de ter capacidade para operar eficazmente; precisamos de previsibilidade”, vincou o vice-secretário do Pentágono.

NATO garante que retirada de tropas EUA não fragiliza defesa

Ler Mais

A avaliação surge depois de vários países da NATO, incluindo França, Itália e Espanha, terem limitado o acesso ao seu espaço aéreo e bases norte-americanas relacionadas com a guerra entre os EUA e Israel e o Irão.

O Pentágono também enviou este mês aos aliados um documento com “termos de referência” e, anteriormente, distribuiu um questionário sobre temas que vão dos gastos militares à política externa norte-americana, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto, citada pelo mesmo jornal.

Notícias relacionadas

Sorteo Euromillones del viernes 28 de agosto de 2026
Mundo

Sorteo Euromillones del viernes 28 de agosto de 2026

O sorteio do Euromillones realizado na sexta-feira, 28 de agosto de 2026, revelou a combinação vencedora composta pelos números 7, 14, 28, 42 e 45, juntamente com as estrelas 6 e 9.

El Periódico Mediterráneo - General28/08/26, 20:37
Islandia celebra el referéndum para decidir si reabre las negociaciones con la UE con una ligera ventaja del 'sí'
Mundo

Islandia celebra el referéndum para decidir si reabre las negociaciones con la UE con una ligera ventaja del 'sí'

Islandia celebra un referéndum para decidir si reabre las negociaciones de adhesión a la Unión Europea, suspendidas desde 2013 y congeladas en 2015, cuando ya se habían abierto 27 de los 33 capítulos, excepto los de pesca y agricultura. La votación comenzó a finales de julio y concluye el 29 de agosto. Según estimaciones del canal público RUV, el sí obtiene una ventaja ajustada con un 53% de los votos, aunque en la recta final el porcentaje se ha reducido hasta el 51%, con un alto porcentaje de indecisos que mantiene la incertidumbre sobre el resultado.

El Periódico Mediterráneo - General28/08/26, 20:31
Mundo

"É uma lição para o futuro": Major Filipe Costa sobre Tragédia no Nepal

Major Filipe Costa, operacional português, alertou para os riscos acrescidos das construções erguidas junto a leitos de rios e zonas montanhosas no Nepal, que originam um efeito dominó de colapsos, considerando esta tragédia uma lição para o futuro.

Now28/08/26, 20:21
Mundo

Países do Báltico criam força conjunta de defesa contra drones

Os países que rodeiam o Mar Báltico vão criar uma força conjunta para a defesa contra drones, numa iniciativa liderada pela Alemanha para responder mais rapidamente à crescente ameaça de ataques híbridos e incursões no espaço aéreo da região. A medida surge após vários incidentes de sabotagem envolvendo infraestruturas críticas desde 2022 e após a descoberta de drones com explosivos no aeroporto de Leipzig, que serve de base logística para operações da NATO na Ucrânia. O ministro do Interior alemão alertou que potências estrangeiras tentam diariamente atacar a democracia e segurança dentro da UE, e que a ameaça híbrida é "omnipresente". A força pretende facilitar a troca rápida de informação e permitir uma resposta coordenada entre os dez países participantes.

Eco28/08/26, 20:13