Câmara de Faro requalifica fontes no concelhoFoto de Antonio Lorenzana Bermejo no Pexels
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Câmara de Faro requalifica fontes no concelho

Jornal do Algarve28 de agosto de 2026 às 16:52

A Câmara de Faro vai requalificar várias fontes ornamentais do município através de um contrato celebrado com a Sociedade Urbiágua, orçado em 57.280 euros, mais IVA. A intervenção inclui as fontes da Praça de Tânger, do Largo Pé da Cruz, do Largo do Povo – Largo da Bica em Montenegro e do Jardim da Alameda, onde serão intervencionadas quatro fontes e o sistema de atomização. Os trabalhos incluem ainda manutenção preventiva durante um período de um ano.

O prazo de execução é de 455 dias e os equipamentos estavam desativados há vários anos por falta de condições. O município justifica a intervenção com a necessidade de garantir o bom estado de conservação, segurança e funcionalidade das fontes ornamentais.

A região do Algarve esteve sujeita a restrições no uso de água em espaços públicos devido à escassez provocada pela seca, o que torna relevante o impacto desta intervenção. A câmara municipal refere que a requalificação vai permitir repor a dignidade do espaço público e ter um efeito de arrefecimento da temperatura ambiente durante os períodos de maior calor.

A Câmara de Faro vai requalificar várias fontes ornamentais do concelho, ao abrigo de um contrato celebrado na terça-feira com a Sociedade Urbiágua, orçado em 57.280 euros, mais IVA, anunciou hoje a autarquia.

Segundo a autarquia, vai ser feita a “intervenção nas fontes da Praça de Tânger, do Largo Pé da Cruz, do Largo do Povo – Largo da Bica (Montenegro) e do Jardim da Alameda (quatro fontes e sistema de atomização), bem como a manutenção preventiva a realizar ao longo do período de um ano”, precisou o município num comunicado.

O prazo de execução é de 455 dias e os trabalhos vão “garantir o bom estado de conservação, segurança e funcionalidade destes equipamentos, que estavam desativados há vários anos por falta de condições”, justificou o município do Algarve, região que esteve sujeita a restrições no uso de água em espaços públicos devido à escassez provocada pela seca.

A intervenção vai “repor a dignidade do espaço público e ter um efeito de arrefecimento da temperatura ambiente” durante os períodos em que o calor é mais intenso, justificou o município.

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