As pequenas e médias empresas se tornaram o principal foco do mercado de saúde suplementar no Brasil. De acordo com levantamento da Dimensa, empresa de tecnologia para o setor, os planos voltados a PMEs concentraram cerca de metade das cotações de saúde no primeiro semestre de 2026, com 1,4 milhão de consultas realizadas para o segmento, de um total de 2,7 milhões na plataforma de multicálculo da companhia.
O plano de saúde deixou de ser exclusividade das grandes empresas e passou a ser utilizado também pelo pequeno empresário como ferramenta de atração e retenção de talentos. O CNPJ oferece acesso a melhores condições de planos, e o benefício se tornou um diferencial importante para as equipes.
Atender bem esse público exige mais do que preço competitivo. As operadoras que desejam conquistar esse segmento precisam oferecer um modelo que combine assistência efetiva e previsibilidade de custos para os empregadores.
A Alice, plano de saúde para empresas que tem por missão atender a esse público, é mencionada como exemplo de empresa que busca entender as necessidades específicas das PMEs para se destacar no mercado.




