A fragata NRP Álvares Cabral atravessou a linha do Equador durante a participação na "Iniciativa Mar Aberto 2026", marcando a passagem do hemisfério norte para o hemisfério sul. A travessia foi assinalada pelo comandante do navio e pelo elemento mais novo da guarnição, que pintaram de vermelho a buzina localizada na proa do navio.
A Marinha descreve o momento como um dos mais emblemáticos da tradição naval, destacando o seu significado para a vida a bordo e para o espírito de missão das guarnições. Esta tradição mantém-se entre gerações de marinheiros.
O NRP Álvares Cabral encontra-se atualmente a participar na "Iniciativa Mar Aberto 2026", uma missão que visa contribuir para o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos por Portugal junto dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e de outros Estados do Golfo da Guiné.
A missão pretende ainda reforçar a segurança cooperativa promoteda pela comunidade internacional, em particular pela União Europeia, no âmbito das Presenças Marítimas Coordenadas ao longo da costa ocidental africana.
A fragata NRP Álvares Cabral atravessou a linha do Equador durante a participação na “Iniciativa Mar Aberto 2026”, assinalando a passagem do hemisfério norte para o hemisfério sul com uma tradição naval que se mantém entre gerações de marinheiros.
A travessia foi assinalada a bordo pelo comandante do navio e pelo elemento mais novo da guarnição, que pintaram de vermelho a buzina localizada na proa do navio.
A Marinha descreve o momento como “um dos momentos mais emblemáticos da tradição naval”, destacando o seu significado para a vida a bordo e para o espírito de missão das guarnições.
O NRP Álvares Cabral encontra-se atualmente a participar na “Iniciativa Mar Aberto 2026”, uma missão que visa contribuir para o cumprimento dos compromissos internacionais assumidos por Portugal junto dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e de outros Estados do Golfo da Guiné.
A missão pretende ainda reforçar a segurança cooperativa promovida pela comunidade internacional, em particular pela União Europeia, no âmbito das Presenças Marítimas Coordenadas (PMC) ao longo da costa ocidental africana.