O autor critica a programação da CNT, um canal de TV aberta brasileiro que opera com concessão pública. A principal queixa é sobre a grade de programação do canal, que exibe aproximadamente 20 horas diárias de programação religiosa da Igreja Universal do Reino de Deus. O texto classifica essa situação como absurda e indecente. A crítica se baseia no fato de que, por ser uma concessão pública, o canal deveria atender a interesses mais amplos da sociedade, e não dedicar a maior parte de sua programação a um único grupo religioso.
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Nota 0: o caso absurdo do canal CNT
oglobo28 de agosto de 2026 às 11:35
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