Expor ao risco conhecido a tripulação do avião oficial é uma decisão digna de remorsos. A prática de expor jornalistas como isco representa um novo patamar de delinquência. O artigo, uma opinião de Rogério Borges, discute a decisão de colocar em risco conhecido a tripulação do avião oficial. O autor reconhece que pode argumentar-se que fazer parte da "descrição de trabalho" de um militar inclui sacrificar-se pelo Presidente, mas questiona a ética dessa prática.
Política
Expor jornalistas como isco é novo patamar de delinquência
Público28 de agosto de 2026 às 10:41
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