A NOVA School of Business and Economics foi uma das três escolas europeias consideradas pela Harvard Business School para receber temporariamente parte das suas operações de MBA. No meio do caos criado pela administração Trump à entrada de estudantes estrangeiros em 2025, a escola de negócios mais poderosa do mundo equacionou transferir parte das turmas para fora dos Estados Unidos, segundo avançado pelo Financial Times e confirmado pela própria Harvard.
Ovizinho Canadá, através da Universidade de Toronto, e a Europa surgiram como escolhas naturais. Na Europa, três escolas estavam em cima da mesa: a portuguesa Nova SBE, a suíça IMD e a britânica London Business School. A Harvard revelou ter desenvolvido conversações com estas instituições.
O objetivo da transferência era contornar o eventual cancelamento de vistos para estudantes estrangeiros, que representam entre 35% e 40% das turmas de MBA. A ideia era que estes iniciassem ou frequentassem o programa nos campi parceiros enquanto o acesso aos EUA estivesse bloqueado. O plano não avançou porque as restrições mais agressivas na política de vistos foram barradas pelos tribunais federais.
O MBA da Harvard tem a duração de dois anos, é ministrado presencialmente em Boston e custa cerca de 170 mil dólares. Embora a universidade já tivesse realizado experiências no exterior com cursos de curta duração para executivos, transferir o mítico programa seria algo sem precedentes. Entre os alumni mais conhecidos estão George W. Bush, Henry Paulson, Michael Bloomberg e Jamie Dimon.

A NOVA School of Business and Economics foi opção para a Harvard Business School. No meio do caos criado pela administração Trump à entrada de estudantes estrangeiros em 2025, a escola de negócios mais poderosa do mundo equacionou transferir temporariamente parte das suas operações de MBA (Master of Business Administration) para fora dos Estados Unidos.
O vizinho Canadá (Universidade de Toronto) e a Europa surgiram como escolhas naturais. E na Europa, três escolas estiveram em cima da mesa: a portuguesa Nova SBE, a suíça IMD e a britânica London Business School. A notícia é avançada pelo jornal britânico FT (Financial Times) e confirmada por Harvard que revela ter desenvolvido conversações nesse sentido.
A “transferência” destinava-se a contornar o eventual cancelamento de vistos para estudantes estrangeiros, que são entre 35% a 40% das turmas. A ideia era que estes iniciassem ou frequentassem o programa de MBA nos campi parceiros enquanto o acesso aos EUA estivesse bloqueado. Só não avançou porque as restrições mais agressivas na política de vistos foram barradas pelos tribunais federais.
Embora Harvard tenha realizado já experiências no exterior com cursos de curta duração para executivos, levar o mítico MBA para fora de solo pátrio seria outro nível. Com a duração de dois anos, o MBA é ministrado presencialmente em Boston e custa uns 170 mil dólares. O mítico programa de Harvard é detido por centenas de nomes conhecidos da economia e da política, como, por exemplo, George W. Bush e Henry Paulson, Michael Bloomberg e Jamie Dimon.