O juiz Miguel Ángel Torres, que foi instrutor dos casos Malaya e Ballena Branca, relacionados com a luta contra a corrupção na Costa del Sol, foi nomeado esta sexta-feira pela Comissão Permanente do Conselho Geral do Poder Judicial para atuar como reforço nos juzgados de Ceuta durante os próximos seis meses.
Torres ficará afeta à Seção Civil e de Instrução do Tribunal de Instância de Ceuta, que dispõe de seis vagas. A medida visa reforçar o tribunal da cidade autónoma perante a crise migratória que se vive em Ceuta desde o passado dia 31 de julho.
Esta nomeação surge num contexto de pressão migratória intensa na cidade espanhola de Ceuta, que tem enfrentado uma situação de emergência devido à chegada massiva de migrantes, o que tem sobrecarregado os tribunais locais.




