Durante uma visita à Síria, o secretary-general assistente da ONU para Assuntos Humanitários enfatizou que, embora o país apresente sinais de recuperação económica e social pela primeira vez em anos — incluindo a previsão de autossuficiência alimentar sazonal com a colheita de trigo de 2026, o retorno de quase 2 milhões de deslocados internos e 1,7 milhões de refugiados, e um crescimento económico de dois dígitos previsto pelo FMI — os avanços permanecem frágeis e milhões de sírios ainda carecem de acesso a serviços básicos como saúde, alimentação e água potável. A ONU apelo a financiamento contínuo dos doadores internacionais e anunciou um fundo de 75 milhões de dólares para apoiar populações vulneráveis, enquanto advertiu que a situação no sul da Síria permanece tensa devido a atividades militares israelenses.
Notícias Portugal28/08/26, 10:48