Tuck, antigo médio natural de Barcelos, ingressou no Gil Vicente aos 14 anos e fez toda a formação no clube. Na transição para o futebol sénior, foi cedido ao GD Prado para ganhar minutos e experiência, numa altura em que o Gil Vicente tinha feito um grande investimento para subir de divisão. O jogador reconhece que aquela temporada foi fundamental para o seu crescimento profissional.
Depois de uma época de destaque no GD Prado, regressou a Barcelos e conquistou o seu espaço no Gil Vicente. A equipa conseguiu a histórica promoção à I Divisão e Tuck permaneceu ligado ao clube durante vários anos, representando os "galos" na primeira divisão durante várias temporadas.
Nas últimas três ou quatro temporadas em Barcelos, Tuck assumiu a braçadeira de capitão. "Jogar na I Divisão e ser capitão no clube da minha cidade é um sentimento excepcional e um orgulho muito grande; é, digamos assim, a cereja no topo do bolo", afirmou o jogador.
O percurso no Gil Vicente terminou apenas aos 28 anos, quando recebeu o convite para rumar ao Belenenses. Tuck considera Vítor Oliveira uma das figuras mais importantes da sua carreira, descrevendo-o como um treinador incrível, objetivo, com sentido de humor, mas também competente e exigente. Ao todo, construiu uma das carreiras mais marcantes entre os jogadores ligados ao clube de Barcelos.
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Foram 14 anos de ligação ao Gil Vicente, desde a formação até à afirmação na equipa principal. Pelo caminho, Tuck viveu uma das páginas mais importantes da história do clube de Barcelos e chegou a assumir a braçadeira de capitão.
Natural de Barcelos, o antigo médio entrou no “ninho” dos galos aos 14 anos e fez toda a formação no clube. Na passagem para o futebol sénior, acabou cedido ao GD Prado, onde encontrou a oportunidade de somar minutos e ganhar experiência.
“Quando começaram os treinos, reconheci, em função da realidade do Gil naquele ano, que não iria ter oportunidades, uma vez que o clube fez um investimento para subir de divisão”, recordou.
A decisão revelou-se importante para a carreira do jovem jogador. “O mais importante, nos primeiros anos de sénior, é jogar e competir”, explicou Tuck, que não tem dúvidas sobre o impacto daquela temporada: “O Prado ajudou-me a crescer muito!”
Depois de uma época de destaque no clube vilaverdense, regressou a Barcelos e acabaria por conquistar o seu espaço no Gil Vicente. A equipa garantiu a histórica promoção à I Divisão e Tuck permaneceu ligado ao clube durante vários anos.
Nas últimas três ou quatro temporadas em Barcelos, assumiu a braçadeira de capitão.
“Jogar na I Divisão e ser capitão no clube da minha cidade é um sentimento excecional e um orgulho muito grande; é, digamos assim, a cereja no topo do bolo”, confessou.
O percurso no Gil Vicente marcou profundamente a carreira do antigo médio. Tuck considera, aliás, Vítor Oliveira uma das figuras mais importantes da sua trajetória profissional.
“Além de ser um treinador incrível, ele era, principalmente como pessoa, alguém objetivo, com sentido de humor, mas também muito competente e exigente”, descreveu.
A passagem por Barcelos terminou apenas aos 28 anos, quando Tuck recebeu o convite para rumar ao Belenenses. Ao todo, representou o Gil Vicente na I Divisão durante várias temporadas e construiu uma das carreiras mais marcantes entre os jogadores ligados ao clube.
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