O artigo questiona a imagem de Portugal como um país seguro e tranquilo, referindo-se aos "brandos costumes" como uma das grandes marcas do país. A ideia central é que os portugueses sempre se orgulharam da segurança e da tranquilidade de viver no país, podendo andar na rua até de noite sem grandes riscos.
O texto levanta a possibilidade de essa reputação estar em causa, sugerindo que algo mudou no que diz respeito à segurança no país. A questão colocada é simples mas provocadora: e se isso já não for bem assim?
O artigo é muito breve e não apresenta dados concretos, estatísticas ou exemplos específicos que sustentem a dúvida lançada. Funciona essencialmente como uma introdução ou reflexão sobre a possível erosão da imagem de Portugal como um destino seguro.




