O diretor da Carris, Filipe Fraga, e o gestor Gustavo Pita Soares foram constituídos arguidos no âmbito de uma investigação sobre violação de regras de segurança. A empresa de manutenção MNTC também foi constituída arguida neste processo.
A investigação aponta para um crime de violação de regras de segurança que foi agravado pelo resultado morte. Isto sugere que as irregularidades detectadas terão estado relacionadas com um acidente que provocou vítimas mortais.
Filipe Fraga, Gustavo Pita Soares e a empresa MNTC são as três partes arguidas neste processo judicial. A Carris é a empresa de transportes públicos de Lisboa, cujo diretor está envolvido no caso.
O processo está em fase de investigação, com os arguidos constituídos e sujeitos ao andamento legal próprio deste tipo de procedimentos criminais.




