O futebol português tem um problema grave com os jogadores em final de contrato, que saem sem qualquer compensação financeira para os clubes. O artigo aborda como esta realidade afeta especialmente os clubes nacionais, que perdem ativos valiosos sem receber nada em troca.
O caso mais recente mencionado é o de Leon Goretzka, que deixou o Bayern de Munique para assinar pelo Aston Villa a custo zero. O jogador alemão, que era titular no gigante alemão, aproveitou o fim do seu contrato para mudar de clube sem que o Bayern recebesse qualquer valor pela transferência.
Baltasar Serpa analisa neste artigo porque é que os negócios gratuitos são, paradoxalmente, os mais caros do mercado. A ideia central é que, embora não haja custo de transferência, os clubes que recebem estes jogadores pagam salários elevados e comissões aos agentes, tornando estes acordos financeiramente pesados.
O fenómeno dos transfers a custo zero tem vindo a crescer nos últimos anos, tanto em Portugal como em toda a Europa. Os clubes veem-se obrigados a competir com ofertas milionárias para manter os seus jogadores, o que nem sempre é possível do ponto de vista financeiro.




