A Câmara Municipal de Soure adjudicou por cerca de 575 mil euros uma empreitada para regularizar, desobstruir e limpar o Rio Arunca, na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin e pelas cheias registadas em Janeiro e Fevereiro. O contrato, adjudicado por ajuste direto à empresa Biopower, foi publicado no portal Base e contempla a regularização do rio Arunca, afluente do Mondego, no troço entre Soure Urbano e Vila Nova de Anços. O valor contractual é de 575.254 euros, acrescido de IVA, com um prazo de execução de 90 dias.
A vice-presidente da Câmara de Soure, Teresa Pedrosa, explicou à agência Lusa que a intervenção decorre de um contrato-programa celebrado com o Ministério do Ambiente. Segundo a autarca, os fenómenos meteorológicos provocaram uma acumulação significativa de madeira no leito do Arunca, agravando a necessidade de uma intervenção que já existia anteriormente. Os trabalhos de limpeza devem abranger desde o limite do município até à ponte de Mucate.
Os trabalhos incluem a retirada da madeira depositada no rio, a limpeza das margens e intervenções destinadas a melhorar as condições ambientais e preservar os ecossistemas. Teresa Pedrosa considerou a intervenção urgente e necessária, não apenas para resolver os problemas existentes, mas também numa perspetiva preventiva, procurando reduzir o risco e o impacto de eventuais episódios futuros de cheia.
A Câmara de Soure justificou o recurso ao ajuste direto com a ausência de meios próprios adequados para executar uma intervenção desta natureza. A vice-presidente explicou que os trabalhos exigem maquinaria pesada e acompanhamento técnico especializado de que o município não dispõe, apesar do reforço significativo da capacidade municipal em termos de equipamentos desde o início do atual mandato.
A Câmara Municipal de Soure adjudicou por cerca de 575 mil euros uma empreitada para regularizar, desobstruir e limpar o rio Arunca, na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin e pelas cheias registadas no início do ano.
O contracto, adjudicado por ajuste directo à empresa Biopower, foi publicado na quarta-feira (26) no portal de contractação pública Base e contempla a regularização do rio Arunca, afluente do Mondego, no troço entre Soure Urbano e Vila Nova de Anços, além de trabalhos de desobstrução e limpeza. Esta empreitada tem um valor contractual de 575 254 euros, acrescido de IVA, e um prazo de execução de 90 dias.
A vice-presidente da Câmara de Soure, Teresa Pedrosa, explicou à agência Lusa que a intervenção decorre do contracto-programa celebrado com o Ministério do Ambiente na sequência da tempestade Kristin e das cheias de Janeiro e Fevereiro, que afectaram o concelho. De acordo com a autarca, os fenómenos meteorológicos provocaram uma acumulação significativa de madeira no leito do Arunca, agravando a necessidade de uma intervenção que já existia anteriormente. Os trabalhos de limpeza do leito deverão decorrer desde o limite do concelho até à ponte de Mucate e incluem a retirada da madeira depositada no rio, a limpeza das margens e intervenções destinadas a melhorar as condições ambientais e a preservar os ecossistemas. Teresa Pedrosa considerou a intervenção urgente e necessária, não apenas para resolver os problemas existentes, mas também numa perspectiva preventiva, procurando reduzir o risco e o impacto de eventuais episódios futuros de cheia com uma dimensão semelhante à registada no início do ano.
A Câmara de Soure justificou o recurso ao ajuste directo com a ausência de meios próprios adequados para executar uma intervenção desta natureza. A vice-presidente explicou que os trabalhos exigem maquinaria pesada e acompanhamento técnico especializado de que o Município não dispõe, apesar do reforço significativo da capacidade municipal em termos de equipamentos desde o início do actual mandato.