O Governo sinalizou a intenção de separar as funções da REN, considerando esta correção do erro cometido durante a privatização de 2012. Na altura, Portugal tornou-se num caso europeu único ao perder soberania sobre o sistema elétrico através deste processo.
A separação das funções não implica necessariamente a entrada do Estado no capital da empresa. Esta operação poderia representar um custo elevado para o país, levantando questões sobre a sua racionalidade económica.
Os contornos desta separação continuam por explicar, gerando dúvidas sobre como será concretizada e que modelo será adotado para garantir o controlo público sobre o sistema elétrico nacional.




