Portugal assinou um memorando luso-espanhol no Forte de São João Baptista, no Porto, para a compra de 75 viaturas tácticas militares avaliadas em 133 milhões de euros. A cerimónia contou com a presença da Secretária de Estado da Defesa de Espanha, María Amparo Valcarce García, do subdirector-geral de Armamento português, Contra-Almirante António Mateus, e dos ministros da tutela de ambos os países, Nuno Melo e Margarita Robles Fernández. O investimento é financiado inteiramente por fundos comunitários através do Instrumento de Acção para a Segurança da Europa (SAFE).
O modelo seleccionado é o VAMTAC, fabricado pela empresa espanhola Urovesa, e os veículos destinam-se exclusivamente ao Corpo de Fuzileiros. A escolha recaiu sobre este modelo devido aos requisitos técnicos exigidos e à padronização logística, uma vez que o Exército Português já opera mais de uma centena destes blindados. O contrato inclui ainda uma percentagem relevante de incorporação directa por parte da indústria de defesa nacional portuguesa.
A recepção faseada dos 75 blindados decorrerá entre 2027 e 2029, com execução obrigatória dos projectos aprovados até 2030. Portugal planeia mobilizar 5,8 mil milhões de euros através deste enquadramento financeiro europeu para colmatar lacunas materiais nos três ramos militares.
O reforço dos Fuzileiros representa um passo central no cumprimento das metas acordadas com a NATO, proporcionando maior protecção balística e mobilidade anfíbia às forças portuguesas, tornando o destacamento em missões internacionais de manutenção da paz consideravelmente mais seguro e eficaz.
A compra de viaturas tácticas para a Marinha avança no Porto com a assinatura de um memorando luso-espanhol avaliado em 133 milhões de euros, financiado inteiramente por fundos comunitários. O investimento contempla 75 unidades destinadas em exclusivo ao Corpo de Fuzileiros. A recepção faseada dos blindados decorrerá entre 2027 e 2029, segundo confirmou o Ministério da Defesa Nacional.
Detalhes técnicos sobre a compra de viaturas tácticas para a Marinha
O modelo seleccionado pelas Forças Armadas é o VAMTAC, fabricado pela empresa espanhola Urovesa. Por conseguinte, a frota militar portuguesa recebe veículos comprovados em múltiplos cenários operacionais complexos. Além disso, o contrato prevê uma percentagem relevante de incorporação directa por parte da indústria de defesa nacional.
O ministério sublinhou que os requisitos técnicos pesaram fortemente na escolha final do fabricante galego. Por outro lado, a padronização logística constituiu outro critério determinante para a decisão governamental. Com efeito, o Exército Português já opera «mais de uma centena» destes mesmos blindados no seu parque automóvel. Deste modo, o Estado rentabiliza os custos de manutenção e a instrução dos operacionais.
O Forte de São João Baptista, na cidade do Porto, acolheu a formalização bilateral do documento. A cerimónia reuniu a Secretária de Estado da Defesa de Espanha, María Amparo Valcarce García, e o subdirector-geral de Armamento português, Contra-Almirante António Mateus. Adicionalmente, o acto contou com a presença de Nuno Melo e de Margarita Robles Fernández, ministros da tutela dos dois países ibéricos.
Instrumento financeiro europeu assegura reequipamento até 2030
A verba total provém do Instrumento de Acção para a Segurança da Europa (SAFE), criado pela União Europeia. Este mecanismo disponibiliza empréstimos em condições bastante favoráveis para modernizar a defesa dos Estados-membros. No entanto, os projectos aprovados ao abrigo deste pacote exigem execução obrigatória até ao ano de 2030.
Ao todo, Portugal planeia mobilizar 5,8 mil milhões de euros através deste enquadramento financeiro europeu. Dessa forma, o governo pretende colmatar lacunas materiais antigas nos três ramos militares. O reforço dos Fuzileiros representa um passo central no cumprimento das metas acordadas com a NATO. Igualmente, a nova frota blindada confere maior protecção balística e mobilidade anfíbia às forças portuguesas. Consequentemente, o destacamento em missões internacionais de manutenção da paz torna-se consideravelmente mais seguro e eficaz.
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