O Governo de José Manuel Bolieiro nos Açores tornou-se a primeira região de Portugal a avançar com a experiência da semana de quatro dias ao nível da função pública. Desde janeiro, 400 funcionários de 14 departamentos testaram um horário de trabalho reduzido durante seis meses, tendo o piloto terminado no final de junho. O projeto foi coordenado por Rita Fontinha, professora na Henley Business School da Universidade de Reading, e cocoordenado por Pedro Gomes, que considerou que a experiência "correu muito bem".
Os trabalhadores alinharam voluntariamente no projeto, que também foi apresentado aos sindicatos. Foram oferecidas duas propostas: uma semana de 32 horas com quatro dias de oito horas, ou uma semana de 32 horas com quatro dias de sete horas e um quinto dia com quatro horas. Em ambos os casos, não houve cortes na remuneração.
Os departamentos não reduziram o período de abertura nem contrataram mais trabalhadores, mantendo-se o foco centrado na melhoria de processos e no uso de tecnologia. O relatório com os resultados estará pronto já em setembro, e será a partir dele que o Governo Regional decidirá os próximos passos.
O executivo da AD pretende avaliar o impacto da medida na produtividade e na satisfação dos trabalhadores, sem comprometer a qualidade do serviço prestado. O objetivo é identificar oportunidades para agilizar processos, desburocratizar e tornar o emprego público mais atraente para os jovens.

Açores é a primeira região de Portugal a avançar com a experiência da semana de quatro dias ao nível da função pública: 400 funcionários de 14 departamentos, testam desde janeiro um horário de trabalho reduzido. “Correu muito bem”, diz ao JE, Pedro Gomes, cocoordenador do projeto, coordenado por Rita Fontinha, professora na Henley Business School, Universidade de Reading.
À semelhança do piloto realizado no continente em 2023 junto de empresas privadas, o piloto açoriano teve a duração de seis meses, terminando no final de junho. O relatório estará pronto já setembro e será a partir dele que o Governo de José Manuel Bolieiro decidirá os próximos passos.
As quatro centenas de trabalhadores alinharam voluntariamente no projeto, que também foi apresentado aos sindicatos. Em cima da mesa estavam duas propostas à escolha: trabalhar uma semana de 32 horas, com quatro dias de oito horas ou uma semana de 32 horas, com quatro dias de sete horas e um quinto com quatro horas. Em ambos casos, sem cortes na remuneração.
Os departamentos não reduziram o período de abertura, nem contrataram mais trabalhadores, estando o foco centrado na melhoria de processos e no uso de tecnologia, revela Pedro Gomes ao JE.
O Governo da AD quer perceber que impacto tem uma tal medida na produtividade e na satisfação dos trabalhadores, sem beliscar a qualidade do serviço prestado às pessoas e às empresas. Pretende identificar oportunidades onde pode agilizar processos, desburocratizar e tornar o emprego público mais atraente para os jovens.