O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, apresentou esta sexta-feira em Lisboa o balanço do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), traçando o ponto da situação da execução deste programa de financiamento europeu em Portugal. A apresentação decorreu num momento crítico, quando se aproxima o termo do prazo formal estabelecido por Bruxelas para a execução dos fundos.
Com o prazo formal a terminar na próxima segunda-feira, a taxa de execução do PRR fixou-se nos 75%, o que representa um pagamento de 14.463 milhões de euros aos beneficiários. Este valor reflete o volume significativo de fundos já distribuídos e executados no âmbito do plano, embora a meta dos 100% não tenha sido alcançada no período previsto.
Apesar do encerramento da meta formal perante as autoridades europeias, as obras em escolas, centros de saúde e residências estudantis prosseguirão no terreno. Estas intervenções representam projetos com forte impacto social e territorial, continuando a beneficiar de financiamento ao abrigo do PRR.
O executivo português sublinha que o investimento realizado tem ainda um forte impacto macroeconómico no país, contribuindo para a dinamização da economia e para a concretização de infraestruturas essenciais nas áreas social e educativa.




