O festival Palavras Andarilhas decorre de sexta-feira, 28, a domingo, 30, no Jardim Público de Beja, promovido pela Câmara Municipal. A edição deste ano tem como mote "O conto tradicional: memória e tradição", propondo uma viagem pela tradição oral e pela memória coletiva, valorizando o conto como património vivo e espaço de encontro entre gerações. O evento celebra os contadores de histórias e o seu papel na preservação da memória cultural, reunindo vozes, contos e experiências de diferentes latitudes.
A cerimónia de abertura decorre às 17h30 de sexta-feira, com a tertúlia "Histórias que mudam de boca em boca", com a participação de Rodolfo Castro, Valter Peres, Brú Junça e Jorge Serafim, seguida do espetáculo musical "O Coreto", com Rogério Charraz. No sábado, o programa inclui tertúlias sobre ilustração para contos e sabedoria dos contos tradicionais, oficinas de capacitação para mediadores de leitura, momentos de contação para famílias e o espetáculo "Bailen as vellas, os contos das cereixas", com Atenea García e Vero Rilo.
No domingo, último dia do festival, realizam-se novas oficinas, sessões de contos, atividades para pais e filhos, a roda de leitura "A lenda da Torre dos Namorados" e o "Pôr do Sol de Contos", com Valter Peres, Estefânia Surreia e Fábio Superbi. O evento encerra com o Baile Mandado, pela Associação PédeXumbo.
Ao longo dos três dias, o festival conta com o Mercado dos Livreiros, que apresenta propostas de várias livrarias e inclui sessões de contos, oficinas e atividades para bebés, crianças e famílias, e com o Mercadinho Andarilho, que reúne artesãos e propostas ligadas ao universo das histórias e da criatividade.
Noites de contos, tertúlias, atividades para famílias, espetáculos e o Mercadinho Andarilho são alguns dos destaques da edição deste ano do festival Palavras Andarilhas, que arranca nesta sexta-feira, 28, no Jardim Público de Beja.
Promovida pela Câmara Municipal, a iniciativa prolonga-se até domingo, 30, e tem como objetivo celebrar “os contadores de histórias e o seu papel na preservação da memória cultural através da tradição oral, reunindo em Beja vozes, contos e experiências de diferentes latitudes”.
Em 2026, o evento tem como mote “O conto tradicional: memória e tradição”, propondo “uma viagem pela tradição oral e pela memória coletiva, valorizando o conto enquanto património vivo e espaço de encontro entre gerações”, indica a autarquia.
O festival Palavras Andarilhas é inaugurado pelas 17h30 desta sexta-feira, 28, e neste primeiro dia, entre outros momentos, terão lugar a tertúlia “Histórias que mudam de boca em boca”, com Rodolfo Castro, Valter Peres, Brú Junça e Jorge Serafim, e o espetáculo musical “O Coreto”, com Rogério Charraz.
No sábado, 29, o programa inclui a tertúlia “Ilustrar para contar: imagens que transformam”, momentos de contação para famílias, a iniciativa “Eu conto, Tu contas”, oficinas de capacitação para mediadores de leitura e a tertúlia “Entre o Mundo natural e o mundo interior: a sabedoria dos contos tradicionais e a preservação da memória”.
À noite, o auditório do Coreto recebe novamente “Eu conto para que tu sonhes”, seguindo-se o espetáculo de contos “Bailen as vellas, os contos das cereixas”, com Atenea García e Vero Rilo.
O festival termina no domingo, 30, com novas oficinas, sessões de contos, atividades para pais e filhos, a roda de leitura “A lenda da Torre dos Namorados”, o “Pôr do Sol de Contos”, com Valter Peres, Estefânia Surreia e Fábio Superbi, e encerra com o Baile Mandado, pela Associação PédeXumbo.
Ao longo dos três dias, a Palavras Andarilhas conta com um Mercado dos Livreiros, que apresenta propostas de várias livrarias e inclui sessões de contos, oficinas e atividades dirigidas a diferentes públicos, desde bebés e crianças a famílias.
Já o Mercadinho Andarilho reúne ainda artesãos e propostas ligadas ao universo das histórias e da criatividade.