João Gama Leão, antigo dono da Prebuild e das lojas Izibuild e um dos maiores devedores do BES, viu chegar ao fim o seu processo de insolvência pessoal, iniciado em 2017. Dos 392,7 milhões de euros reclamados pelos credores, a venda dos seus bens permitiu recuperar apenas cerca de 51 mil euros, o equivalente a 0,014% da dívida. O novobanco, maior credor, receberá pouco mais de 13 mil euros, enquanto a Autoridade Tributária, que tinha 12,5 milhões de créditos reconhecidos, recuperará cerca de 26 mil euros. Após a queda da Prebuild, Gama Leão viveu no Brasil e encontra-se atualmente em Espanha.
O consórcio Lusolav, que integra a Mota-Engil e outras seis construtoras portuguesas, vai contestar a decisão preliminar que propõe adjudicar à Sacyr, DST e ACA o troço da alta velocidade Oiã-Soure e excluir a sua proposta. Carlos Mota dos Santos, CEO da Mota-Engil, critica a pontuação de 8,381 em 20 atribuída à proposta concorrente, considerando-a insuficiente para justificar a intenção de adjudicação.
A Definancy, fintech adquirida pela SIBS em 2024, aguarda ainda autorização do Banco de Portugal para operar com criptoativos ao abrigo do regulamento europeu MiCA, tendo sido obrigada a apresentar um novo pedido de licença. O processo de transição afetou vários prestadores portugueses e levou a empresa a agravar o prejuízo de 112,9 mil euros em 2024 para 857,3 mil euros em 2025, numa fase que a SIBS classifica como de investimento e desenvolvimento pré-comercial.
O presidente da Associação Industrial Portuguesa, José Eduardo Carvalho, alerta que milhares de postos de trabalho permanecem por preencher na indústria portuguesa, travando o crescimento, o investimento e as exportações. O responsável defende um reforço da formação profissional e da produtividade, mas considera a imigração económica essencial. A "via verde" criada pelo Governo em parceria com as associações empresariais tem registado resultados positivos, com cerca de 5.000 processos de trabalhadores em tramitação através da AIP.

Gama Leão encerra a insolvência com apenas 57,8 mil euros recuperados de uma dívida de 392,7 milhões. A Mota-Engil vai contestar a exclusão do concurso da alta velocidade Oiã-Soure, enquanto a Definancy da SIBS aguarda licença para operar com criptoativos. Já a Associação Industrial Portuguesa alerta que a falta de mão de obra “limita o investimento”. Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional desta sexta-feira.
Gama Leão só tinha 58 mil euros para pagar dívida de 398 milhões
João Gama Leão, antigo dono da Prebuild e das lojas Izibuild e um dos maiores devedores do BES, vê chegar ao fim o seu processo de insolvência pessoal, iniciado em 2017 após o colapso do grupo empresarial financiado pelo BES. Dos 392,7 milhões de euros reclamados inicialmente pelos credores, a venda dos seus bens permitiu apenas recuperar cerca de 51 mil euros, equivalente a 0,014% da dívida. O novobanco, maior credor, receberá pouco mais de 13 mil euros, enquanto a Autoridade Tributária, que tinha 12,5 milhões de créditos reconhecidos, recuperará cerca de 26 mil euros. Depois da queda da Prebuild, Gama Leão viveu no Brasil e encontra-se atualmente em Espanha.
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Carlos Mota dos Santos: “Vamos contestar o relatório preliminar” para o segundo troço da alta velocidade
O consórcio Lusolav, que integra a Mota-Engil e outras seis construtoras portuguesas, vai contestar a decisão preliminar que propõe adjudicar à Sacyr, DST e ACA o troço da alta velocidade Oiã-Soure e excluir a sua proposta. Carlos Mota dos Santos, CEO da Mota-Engil, critica a pontuação de 8,381 em 20 atribuída à proposta concorrente, que considera insuficiente para justificar uma intenção de adjudicação.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).
Definancy aguarda licença do Banco de Portugal para operar com criptoativos
A Definancy, fintech adquirida pela SIBS em 2024, ainda aguarda autorização do Banco de Portugal para operar com criptoativos ao abrigo das novas regras europeias do regulamento Markets in Crypto Assets (MiCA), tendo sido obrigada a apresentar um novo pedido de licença. O processo de transição afetou vários prestadores portugueses e levou a empresa a agravar o prejuízo de 112,9 mil euros em 2024 para 857,3 mil euros em 2025, numa fase que a SIBS classifica como de investimento e desenvolvimento pré-comercial.
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“Muitas empresas deixam de aceitar encomendas” por falta de mão de obra
O presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), José Eduardo Carvalho, alerta que há milhares de postos de trabalho por preencher na indústria portuguesa, muitos deles durante vários meses, travando o crescimento, o investimento e as exportações. O responsável defende um reforço da formação profissional e da produtividade das empresas, mas considera a imigração económica essencial para responder à falta de mão de obra. A “via verde” criada pelo Governo em parceria com as associações empresariais tem tido resultados positivos, com cerca de 5.000 processos de trabalhadores em tramitação através da AIP.
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“Whatsapp do Governo” custou 600 mil euros e não funcionou
Portugal gastou mais de 600 mil euros de fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para desenvolver uma aplicação de comunicações seguras semelhante ao WhatsApp, destinada a membros e funcionários do Governo, mas o projeto acabou por fracassar. O uso da plataforma foi residual e a cibersegurança da aplicação levantou dúvidas, apesar de ter sido criada precisamente para garantir comunicações seguras dentro do Estado. O Executivo não renovou o contrato em 2025 e o projeto poderá ainda trazer problemas com Bruxelas, devido ao financiamento europeu envolvido.
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