O governo português rejeitou a proposta de "micro deslocação" do novo aeroporto de Lisboa, defendida por associações locais e freguesias. A alteração sugerida consistia em deslocar a localização do aeroporto em cerca de cinco quilómetros.
Segundo o executivo, esta mudança traria vários problemas significativos. Um deles seria a maior afetação de áreas classificadas, ou seja, zonas protegidas por legislação ambiental.
O governo apontou ainda outros constrangimentos, nomeadamente riscos relacionados com aves e problemas no espaço aéreo. Estes fatores foram considerados suficientemente graves para justificar a rejeição da proposta de deslocação.
As associações locais e as freguesias haviam proposto esta alteração de localização como alternativa ao projeto original, mas o executivo manteve a sua posição de avançar com a localização inicialmente prevista para o novo aeroporto.




