A Suécia foi o país europeu que mais gastou em educação em 2023, investindo 6,8% do seu Produto Interno Bruto neste setor. Em contraste, a Roménia encontra-se no extremo oposto do ranking, com um investimento de pouco menos de 3% do PIB em educação no mesmo período.
A disparidade entre os países europeus em termos de despesa educacional é, portanto, significativa. No entanto, a questão que se levanta é se este maior investimento se traduz efetivamente em melhores resultados para os estudantes e para a sociedade.
O artigo levanta dúvidas sobre a relação entre o volume de investimento e a qualidade dos outcomes educativos. Não é claro, segundo a peça, se mais dinheiro gasto em educação resulta automaticamente em melhores competências dos alunos ou numa melhor preparação dos jovens para a economia europeia em transformação.




