O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à releição, respondeu a perguntas do Jornal Nacional na noite desta quinta-feira (27) sobre diversos temas, incluindo as investigações da Polícia Federal que envolvem seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro Santana, o Marcola.
Sobre as suspeitas de tráfico de influência envolvendo Lulinha, Lula afirmou que seu filho tem a obrigação de não ter cometido nenhum erro, mas classificou as acusações como "ilações". O presidente disse que não pretende proteger o filho e que, até o momento, não existem provas contra ele, apenas conversas telefônicas interceptadas.
Lula também defendeu Marcola, seu ex-chefe de gabinete que trabalhou ao seu lado por mais de oito anos, afirmando que a relação entre os dois era "quase de pai e filho". O presidente lembrou que ele próprio já foi alvo de investigações durante a Operação Lava Jato e declarou que deseja "recuperar território" do crime.



