A presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Andrea Silva, anunciou que irá apresentar na reunião do executivo municipal de 31 de agosto uma proposta para a extinção da empresa municipal Varzim Lazer, garantindo contudo a integração dos seus trabalhadores nos quadros da autarquia. A autarca explicou através das redes sociais que a decisão resulta de uma análise aprofundada da situação da empresa e da evolução do enquadramento jurídico, referindo que existe agora um acórdão que permite salvaguardar a integração dos trabalhadores na estrutura municipal, uma garantia que, segundo defende, não existia anteriormente.
A tomada de posição surge na sequência de um debate político intensificado nos últimos tempos. João Trocardo, líder da Aliança Poveira, enviou uma carta aberta à presidente manifestando disponibilidade para colaborar na procura de soluções para o futuro da empresa. Já o CHEGA, partido que integra a administração da Varzim Lazer, solicitou no início de agosto a exoneração do Conselho de Administração, desencadeando novo debate sobre o modelo de gestão da entidade.
A Aliança Poveira tem vindo a criticar a atual administração da empresa municipal e sustenta que já existiam anteriormente mecanismos legais que permitiam a integração dos trabalhadores na Câmara Municipal, entendimento que contrasta com a posição agora defendida por Andrea Silva. A garantia da manutenção dos postos de trabalho surge como ponto central da solução apresentada pela presidente do executivo, que afirma ter procurado colocar os interesses dos trabalhadores acima das divergências partidárias. A proposta de extinção será analisada e votada na próxima reunião da Câmara Municipal.
A presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Andrea Silva, anunciou esta quinta-feira que irá apresentar na próxima reunião do executivo municipal, a ter lugar a 31 de agosto, uma proposta para a extinção da empresa municipal Varzim Lazer, mas assegura, contudo, a integração dos seus trabalhadores nos quadros da autarquia.
A tomada de posição foi divulgada pela autarca através das redes sociais, onde explica que a decisão resulta de uma análise aprofundada da situação da empresa e da evolução do enquadramento jurídico que envolve os seus funcionários. Andrea Silva sustenta que existe agora um acórdão que permite salvaguardar a integração dos trabalhadores na estrutura municipal, uma garantia que, segundo defende, não existia anteriormente.
No vídeo publicado na sua página de Facebook, a presidente da autarquia refere que a sua principal preocupação foi sempre a defesa dos postos de trabalho e a proteção das pessoas que exercem funções na empresa municipal. A autarca sublinha que a decisão agora anunciada procura conciliar a reorganização da estrutura municipal com a estabilidade laboral dos funcionários da Varzim Lazer.
O tema ganhou renovada atualidade após as recentes declarações de João Trocado, líder da Aliança Poveira, que dirigiu uma carta aberta à presidente da Câmara manifestando disponibilidade para colaborar na procura de soluções para o futuro da empresa. Na missiva, o responsável político defendeu a necessidade de encontrar um caminho consensual que assegure a continuidade dos serviços e a salvaguarda dos trabalhadores.
A discussão em torno da Varzim Lazer intensificou-se ainda na sequência da posição assumida pelo CHEGA, partido que integra a administração da empresa municipal. No início de agosto, os representantes do partido solicitaram a exoneração do Conselho de Administração, desencadeando um novo debate político sobre o modelo de gestão da entidade.
Por sua vez, a Aliança Poveira tem vindo a criticar a atual administração da empresa municipal e sustenta que já existiam anteriormente mecanismos legais que permitiriam a integração dos trabalhadores na Câmara Municipal, entendimento que contrasta com a posição agora defendida pela presidente do executivo.
A proposta de extinção da Varzim Lazer deverá ser analisada e votada na próxima reunião da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, num processo que promete marcar o debate político local nas próximas semanas. A garantia da manutenção dos postos de trabalho surge, para já, como um dos pontos centrais da solução apresentada por Andrea Silva, que afirma ter procurado colocar os interesses dos trabalhadores acima das divergências partidárias.
Segundo a autarca, a decisão resulta de uma ponderação cuidadosa da situação existente, procurando assegurar uma transição que preserve os direitos dos funcionários e responda às necessidades de reorganização dos serviços municipais.
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