O artigo aborda a posição de Portugal face ao desenvolvimento da inteligência artificial, sugerindo que o país se encontra afastado das principais dinâmicas tecnológicas globais. A Europa, incluindo Portugal, aparece descrita como vulnerável diante da hegemonia de duas superpotências tecnológicas.
Os Estados Unidos e a China são apresentados como as forças dominantes no domínio da inteligência artificial, deixando a Europa numa posição de fragilidade estratégica. Esta dinâmica coloca o continente europeu perante um desafio significativo de soberania tecnológica.
O artigo alerta para o risco de perda de controlo europeu sobre tecnologias que moldarão o futuro económico e geopolítico. A dependência face às potências americana e chinesa surge como consequência desta incapacidade de acompanhar o ritmo de inovação.




