A China realizou um recall de 4,3 milhões de veículos, um número elevado para um país que não tem o hábito de fazer chamadas de veículos à oficina. A ação não foi motivada por defeitos nos carros, mas sim pela presença de fechos de porta elétricos retráteis.
Os fechos de porta elétricos retráteis são o centro da questão. A China considerou que estes componentes representam um problema de segurança suficiente para justificar uma recall massiva de milhões de veículos.
Na Europa, a situação é diferente. Os mesmos fechos de porta elétricos retráteis continuam a ser vendidos sem qualquer tipo de limitação ou restrição, mesmo após a China ter tomado esta decisãodrástica.
Enquanto a China age preventivamente com uma das maiores campanhas de recall da sua história automóvel, a Europa mantém-se em estudo da situação, sem ainda ter tomado medidas semelhantes relativamente a este componente.




