Parques de Sintra restaura monumento a D. Maria I no Palácio Nacional de Queluz
Sintra Notícias27 de agosto de 2026 às 21:55
A Parques de Sintra está a realizar trabalhos de conservação e restauro no Monumento a D. Maria I, um dos elementos escultóricos de maior destaque do Palácio Nacional de Queluz. A intervenção pretende salvaguardar e valorizar o conjunto escultórico, assegurando a preservação da sua integridade material, artística e histórica. Os trabalhos abrangem todos os elementos do monumento, incluindo esculturas, plintos, degraus e componentes decorativos em liga metálica, com ações de limpeza, tratamento de patologias e estabilização dos materiais.
O monumento é da autoria do escultor João José Aguiar e foi encomendado em 1794 pelo intendente Pina Manique, através de Giovanni Gherardo de Rossi, poeta e dramaturgo italiano que dirigia a Academia Portuguesa em Roma. A obra, executada em Itália, destinava-se inicialmente à praça em frente à Basílica da Estrela, em Lisboa, mas acabou por ser instalada no Largo do Palácio de Queluz durante o século XX.
A obra constitui uma homenagem à rainha D. Maria I e inclui referências a algumas das principais realizações do seu reinado, como a Basílica da Estrela, a Casa Pia e a Academia da Marinha. A estátua da monarca surge rodeada por quatro figuras que representam os continentes europeu, asiático, africano e americano, numa alusão à dimensão do império português. A ligação de D. Maria I ao Palácio de Queluz é particularmente significativa, uma vez que a rainha esteve intimamente ligada a este espaço.
Entre as ações de restauro previstas destaca-se a reconstituição dos dedos em falta nas figuras escultóricas, utilizando pedra com características idênticas à original. A intervenção representa um investimento de cerca de 32 mil euros e tem conclusão prevista para outubro de 2026.
O Monumento a D. Maria I, um dos elementos escultóricos de maior destaque do Palácio Nacional de Queluz, está a ser alvo de trabalhos de conservação e restauro promovidos pela Parques de Sintra.
A intervenção pretende salvaguardar e valorizar o conjunto escultórico, assegurando a preservação da sua integridade material, artística e histórica para as gerações futuras.
Os trabalhos abrangem todos os elementos que integram o monumento, incluindo as esculturas, plintos, degraus e componentes decorativos em liga metálica. A intervenção contempla a limpeza das superfícies e o tratamento das patologias identificadas, com o objetivo de estabilizar os materiais e recuperar a leitura e a unidade estética do conjunto.
Entre as ações de restauro previstas destaca-se a reconstituição dos dedos em falta nas figuras escultóricas, utilizando pedra com características idênticas à original.
Da autoria do escultor João José Aguiar, o monumento foi encomendado em 1794 pelo intendente Pina Manique, através de Giovanni Gherardo de Rossi, poeta e dramaturgo italiano que dirigia a Academia Portuguesa em Roma. Executada em Itália, a obra destinava-se inicialmente à praça em frente à Basílica da Estrela, em Lisboa.
O conjunto escultórico acabaria por ser instalado no Largo do Palácio de Queluz durante o século XX.
A obra constitui uma homenagem à rainha D. Maria I e inclui referências a algumas das principais realizações do seu reinado, como a Basílica da Estrela, a Casa Pia e a Academia da Marinha. A estátua da monarca surge rodeada por quatro figuras que representam os continentes europeu, asiático, africano e americano, numa alusão à dimensão do império português.
A ligação de D. Maria I ao Palácio de Queluz é particularmente significativa, uma vez que a rainha esteve intimamente ligada a este espaço.
A intervenção representa um investimento de cerca de 32 mil euros e tem conclusão prevista para outubro de 2026.
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