Escuta ilegal? "A verificar-se, Carlos Cabreiro não tem condições de ser diretor da PJ"
SIC Notícias27 de agosto de 2026 às 21:21
O advogado Aníbal Pinto, representante de Rui Pinto — alegadamente visado por uma investigação ilegal — apresentou queixa no Ministério Público e uma participação junto da ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, solicitando uma inspeção à Polícia Judiciária. O advogado sustenta que, caso se confirme a existência de escutas ou vigilância ilegais, Carlos Cabreiro, enquanto diretor da PJ, não reúne condições para continuar no cargo. A situação surge no contexto do processo judicial que envolve Rui Pinto, o pirata informático português conhecido por ter revelado documentos confidenciais relacionados com paraísos fiscais.
O líder da JSD nos Açores defendeu a necessidade de fixar talento jovem no arquipélago, afirmando que para tal é necessário preparar a região para os empregos e oportunidades do futuro, acrescentando que o objetivo é atrair jovens que inovem e assumam posições de liderança.
O partido Livre questionou o Governo português sobre a situação de um cidadão açoriano detido há quase um mês nos Estados Unidos, que terá assinado um documento de repatriação voluntária sem contestar o processo de expulsão e, sem informações sobre a data do regresso a Portugal, terá iniciado uma greve de fome que já dura vários dias. O partido pretende saber que diligências foram realizadas pelas autoridades diplomáticas portuguesas para acompanhar o caso e defender os direitos do cidadão.
Trump assinou um decreto para renomear o lago Ontário como "Lago América", numa medida que gerou controvérsia, uma vez que os Estados Unidos não têm autoridade para obrigar o Canadá a adotar essa nova designação, levantando questões sobre a viabilidade e as implicações diplomáticas da decisão.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) suspendeu, por unanimidade, em caráter emergencial, os repasses do fundo eleitoral e do horário de propaganda gratuita para a candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) ao governo do estado, além de vetar sua participação em debates televisivos e radiofônicos. A decisão foi tomada a pedido da coligação de Eduardo Paes (PSD), que alegou inelegibilidade de Garotinho por oito anos devido a uma condenação por improbidade administrativa. O relator do caso, Desembargador Bruno Bodart, votou pelo provimento integral do pedido, incluindo a devolução dos valores já repassados, até que a candidatura seja julgada definitivamente.