Novos relatórios do Instituto Nacional de Estatística e do Banco de Portugal, revelando uma inflação de 3% e taxas de juro no crédito à habitação de 3,1%, estão a condicionar o debate do Orçamento do Estado em Lisboa. O Ministério das Finanças precisa de calibrar despesas públicas com rigor, enquanto o PSD, partido no Governo, defende rigor orçamental e redução progressiva de impostos, o PS exige investimento prioritário na saúde e educação com aumento de 18% no investimento público, e o Chega impõe condições rígidas para desagravamento fiscal imediato da classe média. O excedente orçamental de 0,7% no arranque do ano dá algum fôlego ao Executivo, mas a oposição exige que essa folga financeira chegue rapidamente aos cidadãos.
oRegiões27/08/26, 21:30