Preços, descontos e condições difíceis de perceber nos serviços de telecomunicações podem ter dias contados com nova proposta da ANACOM
SAPO Tek27 de agosto de 2026 às 16:23
A ANACOM, regulador do mercado de telecomunicações em Portugal, apresentou um projeto de regulamento que pode obrigar a MEO, NOS, Vodafone e Digi a alterar a forma como apresentam a informação dos tarifários de internet e comunicações. O objetivo é tornar mais claros e compreensíveis os preços, descontos e condições dos serviços, que actualmente são frequentemente difíceis de perceber pelos consumidores. Esta proposta visa atualizar regras que estão em vigor há mais de 15 anos.
Especialistas debateram nesta quinta-feira (27) os desafios no combate à falsificação e adulteração de produtos no Brasil durante o seminário "Mercado Ilegal" em Brasília. O presidente da Associação Brasileira de Bebidas Destiladas (ABBD), José Eduardo Cidade, revelou que 28% do volume de destilados comercializados no país provém do mercado ilícito, sendo 4,7% produtos falsificados. Os participantes enfatizaram que o combate ao mercado ilegal depende de integração entre indústria, plataformas digitais, órgãos reguladores e forças de fiscalização, e alertaram que reduzir o problema apenas à falsificação é um erro de análise do setor.
Um júri recomendou a exclusão de um consórcio liderado pela Mota-Engil de um procedimento de adjudicação, tendo o fator preço pesado 80% na decisão. Esta recomendação de exclusão surge como resultado da avaliação das propostas submetidas.
A poucos dias da reunião do BCE, um membro influente da autoridade monetária sinalizou aos mercados que os riscos de inflação obrigam a uma nova subida dos juros. As prestações de crédito podem aumentar até 70 euros já este mês, com a Euribor a situar-se acima de 3%.
O artigo aborda os principais fatores considerados por empresas na escolha de planos de saúde empresariais, incluindo preço, rede credenciada e número de beneficiários. Embora a mensalidade seja importante, as condições variam conforme o tamanho do grupo, idades dos beneficiários, localização e características da cobertura. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) orienta que as necessidades dos beneficiários sejam observadas antes da contratação.