Região Centro tem a maior área ardida do país entre 2020 e 2025. Covilhã foi o concelho mais atingido
SAPO Notícias27 de agosto de 2026 às 15:54
Entre 2020 e 2025, registaram-se 50.218 incêndios com ponto de origem identificável em Portugal continental, segundo um estudo do Instituto Nacional de Estatística (INE). A Região Centro foi a que registou a maior área ardida do país, com o município da Covilhã como o mais afetado. Embora cerca de 31% das ocorrências tenham começado em áreas classificadas como de alta ou muito alta perigosidade, representando 30,6% do território, os dados evidenciam a concentração do risco fire em determinadas zonas geográficas.
A polícia de Vila Franca de Xira deteve um homem de 37 anos fortemente indiciado por crimes de violência doméstica, ameaças agravadas e roubo. A operação policial, que teve início após uma denúncia de uma vítima de violência doméstica, resultou na apreensão de várias armas de fogo e um ferro de engomar, alegadamente utilizados nas agressões.
O número de cidadãos portugueses desaparecidos na sequência das inundações devastadoras no Nepal e no Tibete subiu para quatro, revelou o Ministério dos Negócios Estrangeiros. O MNE confirmou mais dois portugueses不见了 que viajavam pelo Tibete, perfazendo um total de quatro cidadãos nacionais desaparecidos — dois homens e duas mulheres — segundo nota enviada à agência de notícias.
Um homem de 69 anos morreu num acidente de trabalho numa oficina em Carnaxide,Oeiras. O proprietário do estabelecimento foi encontrado sem vida debaixo de um veículo, segundo informações recolhidas no local do incidente.
A Carris terminou todos os contratos com a MNTC, empresa responsável pela manutenção do Elevador da Glória, após o acidente de 3 de setembro de 2025 que provocou 16 mortos e 20 feridos. O contrato foi revogado a 4 de novembro de 2025, e as necessidades de manutenção serão agora geridas pela equipa interna da Carris. Um relatório preliminar do GPIAAF já tinha indicado que a MNTC não possuía o conhecimento técnico especializado necessário para a manutenção de funiculares. Apenas os familiares de uma das 16 vítimas mortais avançaram para tribunal, exigindo uma indemnização de 1.050.000 euros à seguradora Fidelidade, após não chegarem a acordo. Quatro famílias já estabeleceram acordos indemnizatórios, enquanto sete processos estão em negociação.