PCP diz que "não vale nada" compromisso do Governo de não reformar Segurança Social
Correio da Manhã27 de agosto de 2026 às 15:54
O PCP considerou que o compromisso do Governo de não avançar com a reforma da Segurança Social "não vale nada", através de Paulo Raimundo, que afirmou que o executivo "mandou o barro à parede" com o estudo sobre a sustentabilidade do sistema de pensões revelado na semana passada, alertando que, "se não houver muita conversa", o governo procurará formas de avançar com alterações.
O presidente do Chega, Ventura, criticou hoje a inação do Governo face aos problemas causados pela tempestade Kristin, apontando particularmente para as estradas que permanecem cortadas sem que tenham sido criadas alternativas viárias para a população afetada.
A ministra da Saúde reconhece que a área da anestesiologia é das mais preocupantes pela falta de profissionais, principalmente em Lisboa. O governo identifica a escassez de médicos anesthetistas como um problema crítico no sistema de saúde português, afetando particularmente a região de Lisboa, onde a carência de profissionais é mais acentuada.
O Primeiro-Ministro Luís Montenegro defendeu o Governo PSD/CDS-PP/PPM, acusando a oposição de "dizer disparates" e de formar "coligações negativas" no Parlamento para chumbar propostas governamentais. Durante uma videoconferência na Universidade de Verão do PSD, Montenegro respondeu às críticas do PS, Chega e demais partidos, sublinhando que o Executivo continuará a trabalhar sem retaliar. O PS criticou um "discurso preventivo e de desculpa" face ao incumprimento de promessas económicas, enquanto o Chega classificou o discurso como "elogio da banalidade" e apontou problemas na Educação e no Ministério da Administração Interna. À esquerda, Livre, BE e PCP,各自提出批评,指责政府忽视民生问题,如贫困风险、医疗资源不足和住房价格飙升。 Montenegro apelou à oposição para apresentar alternativas e recuperou o lema "Deixem o Luís trabalhar" para sintetizar a sua resposta.
Técnicos superiores de escolas em Portugal estão a perder pontos na sua progressão de carreira e são obrigados a devolver milhares de euros ao Estado, numa situação que afeta centenas de trabalhadores do setor público. Segundo o jornal Público, algumas famílias tiveram de contrair empréstimos até 10 mil euros para conseguir regularizar os montantes em dívida. A situação surge no seguimento de alterações às regras de progressão na carreira na função pública, que terão gerado discrepâncias nos cálculos dos salários e contribuições ao longo dos anos.