Caixa atinge pela primeira vez a marca de R$ 1 trilhão no crédito habitacional
extra27 de agosto de 2026 às 15:30
A Caixa Econômica Federal atingiu pela primeira vez a marca de R$ 1 trilhão em saldo de crédito habitacional no segundo trimestre de 2026, representando um crescimento de 15% em 12 meses e 4% em relação ao trimestre anterior. O crédito imobiliário corresponde a 69,4% da carteira total de crédito do banco, que fechou o período em R$ 1,448 trilhão, com expansão de 11,9% ao ano. A instituição detém 67,7% do mercado de crédito imobiliário do país. O FGTS financiou 61,5% das operações habitacionais, totalizando R$ 618 bilhões, enquanto os recursos próprios como poupança e letras de crédito imobiliário completaram o restante, com destaque para o crescimento de 21,8% nas LCIs.
O sistema de depósito e reembolso Volta indica no seu site que 16 concelhos não têm pontos de recolha de embalagens, mas a entidade gestora SDR Portugal afirma que apenas cinco municípios — Alcoutim, Mora, Ribeira de Pena, Santa Marta de Penaguião e Corvo — não possuem equipamentos, culpando a desatualização do site. Autarcas de concelhos como Oleiros, Mourão e Mora confirmam a ausência de máquinas, com populações a ter de percorrer dezenas de quilómetros até ao concelhos vizinhos para devolver embalagens e recuperar o depósito de 0,10 euros, criticando a falta de acesso equitativo ao sistema.
A LiveModeTV chegou a Portugal durante o Mundial de futebol com a promessa de oferecer uma experiência diferente no consumo desportivo. Após alcançar números significativos de audiência, a plataforma prepara-se agora para converter essa base de espectadores numa proposta comercial sustentada, focando-se na criação de formatos que estabelecem uma relação mais profunda entre marcas, conteúdo e comunidade, diferenciando-se assim do modelo publicitário tradicional.
A Meo enfrentou pressão concorrencial intensa no segundo trimestre de 2026, resultando numa estagnação das receitas e numa queda de 7,5% do EBITDA para 222 milhões de euros no trimestre. No primeiro semestre, o EBITDA totalizou 443 milhões de euros, uma descida de 7,5% face ao período homólogo, enquanto as receitas cresceram apenas 0,2% para 1.297 milhões de euros. A empresa está em plena reestruturação, tendo já perdido 1.200 trabalhadores entre janeiro de 2025 e final de 2026, com o objetivo de poupar 45 milhões de euros anuais. Como resposta à pressão no segmento de consumo, a Meo tem apostado na diversificação, com a Meo Energia a crescer 36% e a atingir 256 mil clientes, além do reforço do segmento empresarial. A CEO Ana Figueiredo afirmou que os benefícios da transformação serão visíveis ao longo de 2027, sublinhando a necessidade de previsibilidade regulatória para o setor das telecomunicações.
A Meo viu as suas receitas caírem para 648 milhões de euros no segundo trimestre, um valor inferior ao reportado no período homólogo. Contudo, a posterior venda de 65% da Intelcia baralha a comparação dos resultados. Sem essa operação, as receitas teriam registado uma subida ligeira.