Avalanche no Nepal: drones e câmeras térmicas são usados nas buscas por desaparecidos
extra27 de agosto de 2026 às 15:12
Um dia após uma avalanche atingir a região de fronteira entre Nepal e Tibete, cerca de 1.500 pessoas seguem desaparecidas, segundo as autoridades nepalesas. As equipes de resgate, mobilizadas rapidamente após o acidente, utilizam drones de reconhecimento e câmeras térmicas nas buscas, além de equipamentos de comunicação via satélite e suprimentos de apoio. A primeira equipe de resgate, da companhia de defesa da fronteira da Região Militar do Tibete, foi formada em menos de 30 minutos após o acidente.
Um condutor que foi vítima de um roubo violento em Lisboa na terça-feira garantem não ter sido responsável pela morte do assaltante, afirmando ter agido em legítima defesa quando tinha uma arma de fogo apontada à cabeça. Em declarações exclusivas à SIC, o motorista defendeu-se das acusações, explicando que a sua reação foi proporcional à ameaça iminente que enfrentou durante o assalto.
Uma menina de nove anos sofreu ferimentos graves ao cair do segundo andar de um edifício nas Caldas da Rainha. A PSP está atualmente a investigar as circunstâncias em que ocorreu o acidente, ainda sem mais detalhes sobre o que provocou a queda.
Uma avalanche devastadora atingiu os Himalaias entre o Nepal e o Tibete, a uma altitude de cerca de 5 quilómetros, causando uma destruição tão intensa que foi comparada a um tremor de terra. O número provisório de vítimas mortais aproxima-se das 400, tratando-se de uma das catástrofes naturais mais mortíferas da região nos últimos anos.
Os incêndios que devastaram Vouzela e Valpaços foram oficialmente classificados como "catástrofe natural", abrindo caminho para apoios aos agricultores afetados. Os subsídios cobrem 100% dos primeiros 10 mil euros de despesa elegível, e as explorações agrícolas que registaram danos superiores a 30% do potencial produtivo podem candidatar-se a estes apoios governamentais.