Por que AVC e infarto crescem entre jovens no Brasil?
oglobo27 de agosto de 2026 às 13:27
Mais de 200 mil pessoas morreram por doenças cardiovasculares no Brasil no primeiro semestre de 2026, e em 2025 foram registradas 64.471 mortes por AVC, equivalentes a um óbito a cada seis minutos. O Ministério da Saúde revelou que as internações por infarto em pacientes com menos de 40 anos aumentaram 180% entre 2000 e 2024, evidenciando que essas doenças estão afetando cada vez mais jovens. O cardiologista Carlos Rassi, do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, atribui essa tendência à piora dos hábitos de vida, incluindo obesidade, sedentarismo, alimentação ultraprocessada, sono inadequado, estresse crônico, tabagismo, cigarro eletrônico, diabetes tipo 2 precoce, além do uso de drogas e anabolizantes.
Investigadores das universidades Nova de Lisboa e de Lisboa descobriram que reservatórios geológicos porosos localizados entre 1.000 e 2.500 metros de profundidade têm capacidade para armazenar até um terawatt-hora de energia renovável, quantidade suficiente para abastecer uma cidade inteira. O estudo abre novas perspetivas para o armazenamento de energia limpa em formações rochosas subterrâneas.
Um artigo do Expresso aborda a importância do sono para a saúde, qualidade de vida e longevidade, alertando que o estilo de vida moderno, caracterizado por rotinas aceleradas e horários tardios, está a prejudicar significativamente a qualidade do descanso. A especialista em medicina do sono Teresa Paiva reforça que existem "mil razões" para priorizar o sono, sublinhando as consequências negativas da sua privação.
A psiquiatra Teresa Reis comentou o caso de Lindsay Clancy, afirmando que é muito evidente que a medicação a que esta mulher teve acesso não estava correta, especialmente em relação ao provável diagnóstico. A especialista em saúde mental perinatal alertou também para o perigo de demonizar os medicamentos utilizados para tratar problemas de saúde mental neste período, sublinhando a importância de uma abordagem equilibrada no tratamento.
As aves das estepes, incluindo o sisão, a abetarda e a águia-caçadeira, enfrentam um risco crescente de extinção devido ao desaparecimento dos cereais nas suas zonas de habitat. A perda destas culturas agrícolas está a silenciar os ecossistemas das estepes, ameaçando espécies emblemáticas que dependem destes ambientes para alimentação e nidificação. Sem intervenção, a biodiversidade destas regiões poderá sofrer perdas irreversíveis.