Banco central são-tomense lança nota comemorativa dos 50 anos da independência
Negócios

Banco central são-tomense lança nota comemorativa dos 50 anos da independência

SAPO27 de agosto de 2026 às 13:37

O Banco Central de São Tomé e Príncipe lançou uma nota comemorativa alusiva aos 50 anos da independência do país, celebrando esta data histórica com uma emissão especial. A instituição esclareceu que a nota é meramente simbólica e não se destina à circulação corrente, servindo apenas como peça de coleção ou lembrança da efeméride.

Notícias relacionadas

Portugal compra a Espanha 75 viaturas blindadas financiadas pela UE
Negócios

Portugal compra a Espanha 75 viaturas blindadas financiadas pela UE

Portugal vai comprar à Espanha 75 viaturas blindadas para os fuzileiros, num investimento de 120 milhões de euros totalmente financiado pela União Europeia. As primeiras viaturas, fabricadas em Espanha, deverão começar a chegar ao país no próximo ano.

SIC Notícias27/08/26, 20:22
Negócios

Reposicionamento de técnicos é "juridicamente questionável"

Um advogado especialista em Direito Laboral alertou que o reposicionamento de técnicos e a consequente revisão de escalões com devolução de salários é "juridicamente questionável" e levanta "sérias dúvidas" legais. Segundo o especialista, a jurisprudência tem sido favorável aos trabalhadores nestas matérias, sugerindo que os empregadores enfrentam riscos significativos em caso de litígio.

Observador27/08/26, 20:15
Negócios

Fosun mais do que duplica lucro para 217 ME no primeiro semestre

A Fosun, acionista da Fidelidade e do BCP, alcançou um lucro de aproximadamente 217 milhões de euros no primeiro semestre, mais do que duplicando (160,3%) o resultado líquido face ao período homólogo, totalizando 1.700 milhões de yuans renmimbis.

RTP Notícias27/08/26, 20:10
Negócios

Especialista diz que reposicionamento de técnicos das escolas é "juridicamente questionável"

Um advogado afirmou que o reposicionamento de técnicos superiores das escolas, vários anos após a sua vinculação aos quadros do Ministério da Educação, é juridicamente questionável, acrescentando que decisões judiciais anteriores se têm mostrado favoráveis aos trabalhadores.

RTP Notícias27/08/26, 20:10