A inteligência artificial está cada vez mais presente no cotidiano e pode ser uma grande aliada para economizar tempo nas pequenas tarefas do dia a dia. A ferramenta pode ajudar a planejar o dia, organizar compromissos, definir prioridades, montar rotinas, dividir tarefas grandes em etapas menores e até lembrar de atividades adiadas. Fora do computador, a IA também auxilia em tarefas domésticas como organizar compras, montar cardápios com ingredientes disponíveis, planejar viagens, comparar produtos e criar rotinas de estudos. Quanto mais claro for o pedido feito à IA, mais útil tende a ser a resposta obtida.
O artigo explora a relação entre a inteligência artificial e o design, questionando se a IA pode realmente substituir designers. Filipa Rocha aborda o fascínio pela inovação tecnológica e os riscos da transformação que a IA traz para a disciplina do design, frequentemente reduzida ao que é apenas visível, refletindo sobre o futuro da área num contexto cada vez mais automatizado.
A Rede de Bibliotecas Escolares e Municipal de Seia promove, nos dias 4 e 5 de setembro, a 9.ª edição do Encontro Leituras, subordinada ao tema “Leitur@s: Entre páginas, pixels e pessoas”. O evento, que decorre na Casa Municipal da Cultura de Seia, inclui painéis e workshops sobre inteligência artificial, multiliteracias, inclusão, direitos humanos e o papel das bibliotecas escolares na formação de leitores, dirigindo-se a educadores e professores de todos os níveis de ensino.
Bill Gates alertou num ensaio publicado no seu site pessoal que a transição para a era da Inteligência Artificial será "um dos períodos mais turbulentos na história da humanidade", propondo a criação de "Trabalhos Reservados a Humanos" para proteger cerca de 40% dos empregos da substituição por máquinas, com incentivos financeiros para manter trabalhadores humanos. O fundador da Microsoft alertou também para riscos como a facilitação da criminalidade, criação de armas biológicas e impactos negativos nos jovens através de companheiros virtuais, além de alertas globais sobre desinformação e manipulação eleitoral com recurso a deepfakes.
Utilizadores das redes sociais acusaram a ferramenta de pesquisa com inteligência artificial Gemini, da Google, de apresentar respostas tendenciosas e racialmente discriminatórias, consoante a nacionalidade mencionada nas perguntas. O sistema terá dado conselhos muito distintos quando os utilizadores indicavam diferentes países, com referências específicas a França e Argélia, gerando controvérsia e acusações de preconceito racial.