Luís Marques Mendes declarou que a sua fase na política acabou, reconhecendo ter gostado umas vezes mais do que outras, embora não exclua regressar aos comentários políticos. Em fevereiro de 2025, Marques Mendes apresentou a sua candidatura à Presidência da República, surgindo como um dos principais rivais de Gouveia e Melo, que era considerado o candidato mais forte. Ao longo dos meses seguintes, os dois dominaram as sondagens presidenciais, com Marques Mendes a chegar a surgir mesmo à frente, até ao final do ano, numa corrida que culminaria na primeira volta das eleições em janeiro de 2026. Entre os dois candidatos houve trocas de palavras tensas e pouco amigáveis.
O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, vai estar presente na tomada de posse do Presidente da República de São Tomé e Príncipe no dia 03 de setembro, naquela que será a sua primeira deslocação oficial ao país.
O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, respondeu a perguntas de alunos da Universidade de Verão do PSD através de uma sessão-surpresa realizada à distância, comunicada apenas uma hora antes do encontro.
O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, vai marcar presença na tomada de posse do Presidente Carlos Vila Nova, em São Tomé e Príncipe, no dia 03 de setembro, naquela que será a sua primeira deslocação oficial ao país. Durante a visita, Montenegro reafirmará a prioridade de Portugal na relação bilateral com São Tomé e Príncipe, tirando partido do potencial de cooperação entre ambas as nações. A deslocação inscreve-se também na valorização da CPLP e permitirá debater assuntos de interesse comum a nível regional e internacional, tendo em conta a futura presença de Portugal como membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU a partir de janeiro de 2027.
O primeiro-Ministro Montenegro defendeu o ministro da Administração Interna, Luís Neves, afirmando publicamente que o governante está a realizar um trabalho de "elevadíssima qualidade e competência." Esta declaração surge num momento em que Luís Neves tem estado sob escrutínio, tendo o chefe do executivo manifestado assim a sua confiança no ministro.