Cláudia Azevedo, filha de Belmiro de Azevedo, ocupa o 7.º lugar entre as pessoas mais poderosas de 2026, liderando a Sonae, o "porta-aviões" da quarta família mais rica de Portugal. Sob a sua liderança, a empresa bateu recordes de vendas e investimento, realizou aquisições internacionais e acelerou no setor tecnológico, com as ações da Sonae a atingir máximos históricos e a capitalização bolsista a ultrapassar os quatro mil milhões de euros.
Os aeroportos nacionais brasileiros registraram um crescimento de 2,1% no número de passageiros em julho, superando a média da rede da Vinci. O crescimento acumulado nos primeiros sete meses do ano atingiu 2,5%.
O sistema de depósito e reembolso Volta indica no seu site que 16 concelhos não têm pontos de recolha de embalagens, mas a entidade gestora SDR Portugal afirma que apenas cinco municípios — Alcoutim, Mora, Ribeira de Pena, Santa Marta de Penaguião e Corvo — não possuem equipamentos, culpando a desatualização do site. Autarcas de concelhos como Oleiros, Mourão e Mora confirmam a ausência de máquinas, com populações a ter de percorrer dezenas de quilómetros até ao concelhos vizinhos para devolver embalagens e recuperar o depósito de 0,10 euros, criticando a falta de acesso equitativo ao sistema.
A estação Cais do Sodré do Metropolitano de Lisboa reabriu esta Quinta-feira após 19 dias encerrada para obras de sinalização ferroviária relacionadas com a futura Linha Circular. A circulação da linha Verde foi retomada entre Telheiras e Cais do Sodré, nos dois sentidos. Os trabalhos realizados incluíram a preparação da rede para a futura configuração operacional da Linha Circular, que tem entrada em funcionamento prevista para o primeiro trimestre de 2027 e ligará o Rato ao Cais do Sodré através das futuras estações Estrela e Santos, acrescentando mais de dois quilómetros à rede.
Especialistas alertaram durante seminário em Brasília que o crime organizado tem avançado sobre toda a cadeia de combustíveis, envolvendo fraudes fiscais, adulteração de produtos e lavagem de dinheiro, e defenderam maior integração entre forças de segurança, órgãos reguladores e setor privado para combater o problema. Segundo o Instituto Combustível Legal, operações recentes ajudaram a deslocar cerca de 10 bilhões de litros de combustíveis que eram vendidos irregularmente para o mercado legal, mas o presidente da entidade alertou que o posto de combustíveis é apenas a "ponta do iceberg" de uma estrutura que envolve distribuidoras e empresas de transporte.