Julgamento de suposto mentor dos ataques de 11 de Setembro é marcado para 2028
oglobo27 de agosto de 2026 às 09:14
O julgamento de Khalid Sheikh Mohammed, apontado como suposto mentor dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, foi marcado para começar em 5 de junho de 2028, mais de 25 anos após os ataques. A decisão foi tomada pelo juiz da Força Aérea dos EUA, tenente-coronel Michael A. Schrama, que rejeitou o pedido dos promotores para início em 2027, considerando o prazo insuficiente para resolver questões pendentes, incluindo disputas sobre provas a serem apresentadas. O processo também envolve três corréus: Walid bin Attash, Ali Abdul Aziz Ali e Mustafa al-Hawsawi.
A Rússia ameaçou atacar alvos no Reino Unido em retaliação ao fornecimento de mísseis à Ucrânia. O anúncio foi feito após Andy Burnham revelar que a empresa de defesa MBDA vai partilhar tecnologia para que Kiev possa fabricar os seus próprios mísseis de longo alcance Storm Shadow, aumentando significativamente a capacidade militar ukrainiana contra alvos russos.
Um relatório recente identificou 21 escolas privadas em Portugal que apresentam consistentemente notas muito elevadas (19 ou 20 valores) há oito anos consecutivos. Em 2024/2025, mais de um terço dos alunos de 38 colégios obtiveram estas classificações máximas em pelo menos uma disciplina, levantando questões sobre a consistência e transparência dos critérios de avaliação.
Um desprendimento de glaciar na região fronteiriça entre o Nepal e o Tibete, provocado por alterações climáticas, causou uma catástrofe humanitária com centenas de mortos e cerca de 1500 desaparecidos. O Major-General Isidro de Morais Pereira explicou que o impacto do desprendimento gerou um abalo sísmico de magnitude 5.2, descrevendo as imagens da destruição como "avassaladoras".
Devin Nunes, congressman americano descendente de açorianos, afirmou que a relação entre Portugal e os Estados Unidos nunca esteve melhor, destacando como exemplos o reforço das ligações aéreas entre os Açores e o território americano, bem como o papel estratégico da Base das Lajes na relação bilateral entre os dois países.