Cidadã portuguesa está entre os quase 400 desaparecidos após cheia repentina no Nepal
SOL26 de agosto de 2026 às 15:07
Uma cidadã portuguesa está entre os quase 400 desaparecidos após uma cheia repentina no Nepal, que já provocou pelo menos 55 mortos confirmados. O desastre ocorreu na sequência de fortes chuvas que atingiram a região, causando inundações repentinas e destruindo habitações e infraestruturas. As autoridades nepalesas continuam com as operações de busca e resgate, enquanto a comunidade internacional acompanha a situação.
A Infraestruturas de Portugal anunciou que a circulação na estrada espanhola na fronteira de Monfortinho, em Idanha-a-Nova, está interdita a veículos pesados durante 15 dias, entre as 07h00 e as 19h00.
Sérgio Santos, comandante de bombeiros na Arábia Saudita com experiência em operações de resgate, alertou para um risco de infeção bastante elevado nas zonas afetadas pela enxurrada no Nepal e Tibete. Segundo o especialista, a falta de equipamento de proteção adequado entre as equipas que participam na remoção de vítimas aumenta significativamente o perigo sanitário nas áreas inundadas.
Uma avalanche de gelo e pedra na fronteira entre o Nepal e o Tibete terá estado na origem de uma enxurrada massiva que já provocou centenas de mortos no Nepal, deixando um rasto de lama e destruição por onde a água passou, devastando várias regiões do país.
A autarquia de Soure adjudicou uma empreitada de 575 mil euros para a limpeza e regularização do rio Arunca, após uma tempestade que afetou a região. A intervenção visa desobstruir o leito do rio e prevenir cheias futuras.