Japón mata a 14.000 osos en menos de un año para frenar los ataques a la población
El Periódico Mediterráneo - General27 de agosto de 2026 às 08:22
O Japão abateu mais de 14.000 ursos em menos de um ano para conter os ataques à população, num esforço desesperado para lidar com o aumento dos encontros entre humanos e animais selvagens. A escassez de alimento nos bosques japoneses está a empurrar os ursos para áreas urbanas, provocando um número recorde de incidentes. No ano passado, os ursos mataram 13 pessoas no país, o que levou a esta caça massiva que está a gerar preocupação entre entidades conservacionistas, que alertam para a necessidade de soluções mais sustentáveis.
A Rússia ameaçou atacar alvos no Reino Unido em retaliação ao fornecimento de mísseis à Ucrânia. O anúncio foi feito após Andy Burnham revelar que a empresa de defesa MBDA vai partilhar tecnologia para que Kiev possa fabricar os seus próprios mísseis de longo alcance Storm Shadow, aumentando significativamente a capacidade militar ukrainiana contra alvos russos.
Um relatório recente identificou 21 escolas privadas em Portugal que apresentam consistentemente notas muito elevadas (19 ou 20 valores) há oito anos consecutivos. Em 2024/2025, mais de um terço dos alunos de 38 colégios obtiveram estas classificações máximas em pelo menos uma disciplina, levantando questões sobre a consistência e transparência dos critérios de avaliação.
Um desprendimento de glaciar na região fronteiriça entre o Nepal e o Tibete, provocado por alterações climáticas, causou uma catástrofe humanitária com centenas de mortos e cerca de 1500 desaparecidos. O Major-General Isidro de Morais Pereira explicou que o impacto do desprendimento gerou um abalo sísmico de magnitude 5.2, descrevendo as imagens da destruição como "avassaladoras".
Devin Nunes, congressman americano descendente de açorianos, afirmou que a relação entre Portugal e os Estados Unidos nunca esteve melhor, destacando como exemplos o reforço das ligações aéreas entre os Açores e o território americano, bem como o papel estratégico da Base das Lajes na relação bilateral entre os dois países.