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Justiça proíbe venda de objetos retirados do Titanic
oglobo27 de agosto de 2026 às 06:30
Uma juíza federal americana manteve a proibição do leilão de cem artefatos resgatados do Titanic, decidindo que possui jurisdição sobre todos os objetos recuperados pela empresa RMS Titanic Inc., que detém os direitos exclusivos de resgate do transatlântico que afundou em 1912. A juíza Rebecca Beach Smith, do Tribunal Distrital dos EUA em Norfolk, Virgínia, afirmou que continuará avaliando se a venda dos itens deve ser permitida. A empresa de Atlanta havia contestado a autoridade da juíza sobre os 1.800 artefatos recuperados na primeira expedição de 1987, mas a magistrada determinou que pode fazer cumprir o acordo de 2011 para manter reunidos todos os artefatos resgatados ao longo de sete expedições, num total de 5.500 peças frágeis.




