Alain Bertaud: 'No futuro, cidades vão competir por pessoas, não por empregos', diz urbanista referência mundial
oglobo27 de agosto de 2026 às 03:01
Alain Bertaud, uma das principais referências mundiais em planejamento urbano e economia urbana, está no Brasil para o 4º Encontro Cidades Responsivas, em Porto Alegre. Com mais de 50 anos de experiência e ex-urbanista-chefe do Banco Mundial, ele afirma que, no futuro, as cidades vão competir por pessoas, não por empregos. O envelhecimento populacional e a redução do número de habitantes já começam a redesenhar cidades ao redor do mundo, incluindo o Brasil, onde, segundo projeções do IBGE, a população de 60 anos ou mais deve mais que dobrar em 45 anos, passando de 35,4 milhões para 75,3 milhões.
Os Estados Unidos bloquearam até ao momento a passagem de 75 navios no estreito de Ormuz, no âmbito de um bloqueio naval contra o Irão. A medida representa uma escalada significativa nas tensões entre os dois países e afecta o tráfego marítimo numa das rotas mais importantes para o transporte de petróleo a nível mundial.
A Plataforma das Organizações Não Governamentais de Cabo Verde (PONGCV) e o Observatório Nacional do Tráfico de Pessoas (ONTP) assinaram um protocolo de cooperação para reforçar o papel da sociedade civil na prevenção e combate ao tráfico de pessoas no arquipélago, estabelecendo mecanismos de colaboração para ações de sensibilização, identificação de vítimas e apoio às autoridades.
O Comando Central militar dos Estados Unidos (CENTCOM) bloqueou até ao momento 75 navios no Estreito de Ormuz, como parte do bloqueio ordenado por Washington aos portos do Irão. A medida representa uma escalada nas tensões entre os dois países e visa pressionar Teerão através do controlo do tráfego marítimo numa das rotas mais estratégicas do mundo.
O parlamentar alemão Johannes Wagner defendeu em Maputo a necessidade de mobilização internacional para apoiar Moçambique no combate às alterações climáticas, num momento em que o país implementa programas para reforçar a segurança alimentar. A posição surge no contexto das vulnerabilidades que Moçambique enfrenta face às mudanças climáticas, que afetam particularmente o setor agrícola e a produção alimentar no país.