«Em termos jurídicos, para defesa do património, não podemos matar uma pessoa»: Paulo SantosFoto de Manuel Camacho-Navarro no Pexels
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«Em termos jurídicos, para defesa do património, não podemos matar uma pessoa»: Paulo Santos

Now26 de agosto de 2026 às 18:08

O especialista Paulo Santos explicou os contornos jurídicos da legítima defesa do património, esclarecendo que, em termos legais, não é permitido matar uma pessoa para defender bens materiais. A explicação abordou os limites da defesa do património e as possíveis consequências de responsabilização criminal associadas a atos de proteção de propriedade.

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