Distribuidora decide lançar ‘Dark Horse’ depois da eleição e cita experiência ruim com filme sobre Lula em ano de campanha
oglobo26 de agosto de 2026 às 16:48
A distribuidora Europa Filmes decidiu lançar o documentário "Dark Horse", cinebiografia de Jair Bolsonaro, apenas após as eleições municipais. O diretor Wilson Feitosa justificou a decisão citando uma experiência negativa anterior com o lançamento do filme "Lula, o Filho do Brasil" em 2010, durante ano eleitoral. O documentário virou alvo de polêmica após revelações de que o senador Flavio Bolsonaro pediu R$ 61 milhões ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, para financiar a produção, sem apresentar prestação de contas prometida. O tema tem sido usado por aliados de Lula para atacar o adversário.
O analista Uriã Pancelli comentou no programa NOW sobre os dados das sondagens eleitorais realizadas nas regiões do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, destacando que as diferenças socioeconómicas e geográficas no Brasil representam desafios significativos para a elaboração e eficácia dos discursos políticos, uma vez que as realidades distintas de cada região exigem abordagens diferenciadas por parte dos candidatos.
O primeiro-ministro de Montenegro reiterou o compromisso de não fazer alterações à Segurança Social durante a atual legislativa, defendendo antes a necessidade de alcançar um "entendimento nacional" sobre as reformas do sistema antes das próximas eleições, de modo a garantir estabilidade e consenso político para qualquer futura mudança.
O Governo português reconheceu como catástrofe natural os incêndios rurais que afetaram os concelhos de Vouzela e Valpaços entre julho e agosto, destinando dez milhões de euros para apoiar as explorações agrícolas afectadas. Os fogos provocaram prejuízos elevados em culturas como castanheiro, olival e vinha, comprometendo o potencial produtivo essencial para a economia local. Os apoios, sob a forma de subvenção não reembolsável, visam recuperar o potencial produtivo das explorações com danos superiores a 30%, com 100% de financiamento para os primeiros 10 mil euros de despesa elegível.
O primeiro-ministro Luís Montenegro defendeu a necessidade de alcançar um "entendimento nacional" sobre o futuro da Segurança Social antes das próximas eleições legislativas, alertando que será necessário negociar soluções e fontes de financiamento entre os partidos políticos para garantir a sustentabilidade do sistema. Montenegro reconheceu que o tema exige consenso跨党派 e que o país precisa de respostas estruturais para os desafios demográficos e financeiros que ameaçam a viabilidade da Segurança Social.