Estação Cais do Sodré reabre amanhã após 19 dias encerrada para obras
NegóciosLisboa

Estação Cais do Sodré reabre amanhã após 19 dias encerrada para obras

SAPO Notícias26 de agosto de 2026 às 16:25

A estação Cais do Sodré do Metropolitano de Lisboa reabre na quinta-feira após um encerramento de 19 dias para a realização de obras de sinalização ferroviária relacionadas com a futura Linha Circular, informou a empresa.

Notícias relacionadas

Negócios

Receitas da Meo aumentaram para 1.297 milhões de euros no primeiro semestre

A Meo viu as suas receitas crescerem 0,3% para 1.297 milhões de euros no primeiro semestre, embora no segundo trimestre tenha registado uma quebra de faturação de 4,6% para 648 milhões de euros, refletindo a pressão concorrencial no segmento consumo, compensada pela expansão do negócio de energia e serviços empresariais. A empresa salientou a conclusão da venda de 65% da Intelcia e do Data Center da Covilhã como parte da estratégia de otimização do portefólio. A CEO Ana Figueiredo destacou a "resiliência" da empresa num período desafiante para o setor das telecomunicações.

Jornal Económico27/08/26, 18:59
Negócios

Regras do mercado de capitais voltam a mudar para acomodar diretivas e simplificar investimento

As regras do mercado de capitais voltam a ser alteradas para adaptar-se a novas diretivas europeias e simplificar o investimento. O novo patamar mínimo passa para 12 milhões de euros, um aumento significativo face aos oito milhões atualmente em vigor, representando uma mudança importante no enquadramento regulatório do setor.

Now27/08/26, 18:54
Resultados do 2.º trimestre confirmam resiliência da Meo – CEO
Negócios

Resultados do 2.º trimestre confirmam resiliência da Meo – CEO

A CEO da Meo, Ana Figueiredo, afirma que os resultados do segundo trimestre confirmam a resiliência da empresa num dos períodos mais desafiantes que o setor das telecomunicações atravessa.

SAPO Notícias27/08/26, 18:43
Negócios

Fosun mais do que duplica lucro para 217 milhões no primeiro semestre

A Fosun, acionista da Fidelidade e do BCP, mais do que duplicou o seu lucro no primeiro semestre de 2024, totalizando 217 milhões de euros (1.700 milhões de yuans), um aumento de 160,3% face ao período homólogo. As receitas mantiveram-se estáveis em cerca de 11.094 milhões de euros, enquanto o investimento em inovação e tecnologia cresceu 16,7% para 4.200 milhões de yuans. A Fidelidade, com 30,1% de quota de mercado em Portugal, viu o seu resultado líquido subir 23,8% para 165 milhões de euros, apesar dos prejuízos causados por tempestades. O chairman Guo Guangchang afirmou que a forte recuperação dos lucros valida a estratégia de otimização de negócios e que o grupo está bem posicionado para acelerar o crescimento.

Jornal Económico27/08/26, 18:41